2 de mai. de 2012

HUDSON TAYLOR – O MISSIONÁRIO QUE SERVIU A DEUS AMANDO A CHINA

Já ouvi falar muito sobre missões e sobre o chamado de Deus para espalhar o evangelho pelo mundo. Mas percebi que a palavra “missão” se tornou quase banal no meio cristão em geral. Muitos acreditam que fazer missões em países não cristãos miseráveis e abandonados pelas grandes potências econômicas, não passa de uma grande (e segura) aventura evangélica e um modo gratificante de massagear seu próprio ego e de se sentir indispensável para a obra do Senhor numa excursão cristã programada. Negligenciando as orações e os jejuns para confirmar tal chamado, é certo que apenas um curso formal de alguns meses não deixará a ninguém apto para os trabalhos missionários. Deus geralmente usa seus filhos que já estão mortos para a vida secular, desapegados do “eu” e vivos apenas para as coisas do céu. O pregador e missionário, Paul Washer, adverte que “nós só começaremos a ter zelo pelas missões quando começarmos a buscar a face de Deus. Quando estivermos conhecendo a Ele, o desejo que o Evangelho seja conhecido crescerá em nós. Se é por outra razão que procuramos por missão, nossa busca não passa de idolatria.” Washer afirma que “nós devemos buscar a Deus primeiro e as missões virão naturalmente. O Senhor usa indivíduos pequenos, arruinados, pecadores e débeis, para realizar Suas obras. Se Deus vai nos usar para missões, primeiro Ele será fiel em nos quebrantar em um milhão de pedaços e nos levar a uma debilidade que nem sequer sabíamos que existia, e quanto maior for a profundidade dessa debilidade e desse quebrantamento, mais veremos Seu poder.” Cristãos desavisados acham que as missões se tratam apenas de um passeiozinho num país africano ou asiático destruído pela fome, seca e violência, com as datas de ida e volta assegurada, com direito a filmar ou tirar algumas fotos para registrar sua boa ação e ainda sonhar com um certificado de missionário do ano. Creio que o homem para as missões já nasce com esse propósito e o Senhor vai lhe revelando isso aos poucos através de um doloroso tratamento de caráter. O verdadeiro missionário moldado por Deus quando vai em busca de seu destino, já está tão desapegado do mundo e de suas seduções, que ele simplesmente parte dependendo apenas do suprimento que vem dos céus, sabendo ainda que sua volta não estará assegurada. Tal experiência deve ser de tal forma magnífica e gratificante, que nada desse mundo poderia convencê-lo a desistir. Mal posso imaginar a glória que é depender exclusivamente do Senhor nas orações, através das quais vem o milagroso sustento, apesar das situações totalmente desfavoráveis.  Só mesmo alguém cheio do Espírito Santo de Deus para suportar tantas provações em terras estranhas para a honra e glória do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Um dos maiores missionários que já viveu na Terra se prestou dignamente para servir ao nosso Senhor na China no século XIX, como vários outros convocados por Deus, seu nome: James Hudson Taylor. Ele nos mostrou como obedecer e por em prática aquele versículo que está em Lucas 9.1-3, onde está escrito: “E, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios, para curarem enfermidades. E enviou-os a pregar o reino de Deus, e a curar os enfermos. E disse-lhes: Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas. E em qualquer casa em que entrardes, ficai ali, e de lá saireis.” Hudson Taylor foi um pioneiro nas missões pelo interior da China e graças ao seu trabalho, sempre na dependência do Senhor, cristãos chineses como Watchman Nee e John Sung e mais recentemente Irmão Yun, se levantaram em busca da realização de vontade de Deus: evangelizar a China; apesar de toda perseguição que sofreram e que muitos cristãos chineses até hoje experimentam naquele país comunista.

A fé de um homem de Deus pode ser medida pelo modo com que ele recebe e reage às suas provações. Hudson Taylor era essencialmente um homem de fé que dependia tanto da oração como do ar que respirava. 

 

Biografia - Taylor nasceu em Barsley, Yorkshire, na Inglaterra no dia 21 de maio de 1832; seu pai, James Taylor, era um químico farmacêutico que freqüentava a igreja metodista, sua mãe, fervorosa cristã, se chamava Amelia Hudson. Seu pai sempre se preocupou com a condição espiritual da China, tanto que Hudson Taylor aos cinco anos de idade prometera a ele que ainda iria evangelizar na China. Mas na sua adolescência conturbada Hudson Taylor se afasta da igreja metodista influenciado pelos amigos. Mas sua mãe e sua irmã mantinham intercessão por ele em oração.
Assim, em 1849 (aos 17 anos) Hudson se voltou para Cristo ao ler um panfleto evangelístico escrito pelo próprio pai. De imediato se comprometeu a ir para China, como missionário. Assim procurou por Dr. Edward Cronin de Kensington do partido missionário Plymouth Brethren, onde Taylor teria sido doutrinado na fé e nos princípios missionários.
Na sua preparação Taylor leu e estudou o livro “China: Seu Estado e Perspectivas” de Walter Henry Medhurst, ao mesmo tempo em se inicia nos estudos das línguas mandarim, grego, hebreu e latim.
Seguro de sua missão se muda para o interior da Inglaterra, para o humilde vilarejo de Hull onde serviu como assistente para o Dr. William Hardey. Aproveitava seu tempo livre para pregar e distribuir panfletos entre os pobres e carentes da comunidade. Sempre na dependência do Senhor para suprir suas necessidades, procurava viver da forma mais simples possível e sem nenhum conforto, dormindo numa esteira e abrindo mão até dos ganhos do seu trabalho para doar aos mais necessitados do vilarejo a quem assistia. Neste ínterim mantinha contato com o professor Andrew Jukes do partido missionário de Hull. Visando ser mais útil nas missões na China, Hudson Taylor inicia um curso de medicina no Hospital Real de Londres. 
Quando a Sociedade da Evangelização Chinesa (Chinese Evangelisation Society) surge graças a uns artigos equivocados de autoria de Karl Gutzlaff sobre uma possível receptividade da China ao cristianismo, o entusiasmado Hudson Taylor se oferece e é aceito para servir como o primeiro missionário da fundação.
Taylor partiu para China no navio cargueiro Dumfries no dia 19 de setembro de 1853, aos 21 anos. Ele ainda não havia terminado seu curso de medicina, interrompido por uma doença infecciosa que o deixou inabilitado por meses. Chegou a Xangai somente em 1º de março de 1854 após uma tumultuada viagem, deparando-se ainda com uma guerra civil em pleno andamento. Ao se aproximar de outros missionários ingleses que residiam na cidade de Xangai já invadida por rebeldes, percebeu que seus compatriotas estavam concentrando mais seu “trabalho” nas cidades da costa, onde se envolviam mais com o comércio e a política externa do que verdadeiramente com a evangelização e que havia uma grande carência de missão no interior do país.
Após uma difícil adaptação e certa dificuldade nos estudos para aprender a língua nativa e muitos planejamentos, Taylor começa seu trabalho missionário em 1855 em regiões próximas a Xangai, onde geralmente era recebido com desconfiança pela população, mesmo prestando serviços médicos. Percebendo que seus trajes ingleses causavam estranheza ao povo chinês, e que já lhe chamavam de “diabo preto” por causa do sobretudo que usava, resolveu adotar as vestimentas chinesas, conseguindo a partir disso se misturar entre a população sem causar muitos embaraços. Além disso, passou a usar óculos típicos chineses e tingiu seus cabelos claros de preto, entrelaçando neles um rabicho de cabelos postiços e trançados que caiam nas suas costas e também raspou os cabelos na fronte, comum para chineses da época. Sua estratégia de aproximação não teria agradado a organização missionária inglesa que o apoiava em Xangai. Taylor passou a ser ridicularizado pelos colegas, mas os ignorou e continuou seu trabalho distribuindo panfletos e partes das escrituras na cidade e proximidades. Ele também adotou um menino chinês chamado Hanban durante sua permanência na capital chinesa.
Graças à repercussão do seu trabalho, Taylor conhece o evangelista escocês William Chalmers Burns da Missão Presbiteriana Inglesa que proclamava em Shantou e se une a ele temporariamente. A dupla de missionários ingleses estava indo bem até que todos seus suprimentos médicos e materiais para evangelização foram destruídos num incêndio; a seguir, em outubro de 1856, Taylor foi saqueado enquanto atravessava a China perdendo quase todos seus pertences. Sua fé e perseverança estavam sendo testadas.
Taylor foi enviado para Ningpo no ano seguinte, lá recebeu uma carta do líder cristão George Muller que passou a supri-lo materialmente, o que o incentivou junto a seu atual parceiro John Jones a se desligarem da missão a qual serviam com pouca liberdade, passando ambos a trabalhar de forma independente numa nova missão que denominaram de “Missão Ningpo”. Na nossa fase missionária, receberam o apoio de quatro cristãos chineses: Ni Yongfa, Feng Ningui, Wang Laijun e Qiu Guogui.
Em 1858, aos 26 anos, Taylor se casa com a cristã órfã Maria Jane Dyer, filha do já falecido Reverendo Samuel Dyer da Sociedade Missionária de Londres e pioneiro no trabalho missionário em Penang, na Malásia. Hudson Taylor conheceu Maria em Ningpo, onde ela vivia e trabalhava para uma escola para meninas dirigida por Mary Ann Aldersey, uma das primeiras mulheres missionárias da China, mas que era contrária ao casamento devido à fama de rebelde adquirida por Taylor e sua missão independente.
Inicialmente o casal Taylor adotou um menino chamado Tianxi enquanto permaneciam em Ningpo. Tiveram um filho legítimo que faleceu pouco depois de nascer em 1859, e no ano seguinte nasceu a filha Grace, a quem Taylor idolatrava.
Os Taylors passaram a apoiar o Dr. William Parker na administração do Hospital em Ningpo, onde tratavam das doenças físicas e espirituais, mas devido a morte repentina da esposa do Dr. Parker, que teve que se retirar da China para cuidar dos filhos, o casal Taylor herda toda a administração do hospital, numa época de muitas provações para Hudson Taylor, que procurava se manter firme na fé e na certeza da providência divina.
Como sua saúde estava bastante debilitada, Taylor é convencido por Maria a retornar para Inglaterra no ano de 1860 para se tratar e descansar.  Junto com o casal e a filha também foi Wang Laijun da igreja Bridge Street de Ningpo, que o ajudou com a tradução da Bíblia para o chinês durante a estadia na Inglaterra.
Taylor usou seu tempo de recuperação na Inglaterra para divulgar seu trabalho missionário na China, e contando com o apoio de Frederick Foster Gough da Sociedade Missionária da Igreja, finalizou a tradução do Novo Testamento no dialeto usado em Ningpo. Aproveitou também para concluir seu curso de medicina, já que era muito contestado por praticar a medicina sem ser formado, e ainda cumpriu um curso de obstetrícia no Hospital real de Londres. Com a supervisão de Maria escreveu o livro “China’s Spiritual Need and Claims” em 1865. O livro foi um importante gerador de simpatia pela China e atraiu voluntários para as missões.
Taylor percorreu a Grã-Bretanha pregando nas igrejas e clamando pelas necessidades do povo chinês. Ministrou também na Prisão de Newsgate, e nessa época conheceu e se tornou amigo do “príncipe dos pregadores”, Charles Spurgeon, que se tornou um patrocinador fiel das missões de Hudson Taylor por toda sua vida.
O segundo filho do casal Taylor, Herbert, nasceu em Londres em 1861. Logo após vieram Frederick, em 1862; Samuel, em 1864; e Jane, em 1865, que nasceu morta.
Em 25 de junho de 1865, em Brighton, Taylor funda uma nova sociedade destinada ao evangelismo nas áreas não alcançadas no interior da China, a China Inland Mission (CIM) ou MIC (Missão para o Interior da China), com o apoio de William Thomas Berger.
Em pouco menos de um ano, eles já contavam com 24 novos missionários e teriam levantado recursos consideráveis para o suprimento dos trabalhos.
Em 1866 Taylor publicou a primeira edição do livro “Occasional Paper of the China Inland Mission”, que posteriormente intitularam “China’s Millions” (Os Milhões da China).
Taylor resumiu assim a finalidade de sua sociedade missionária: “A China Inland Mission foi formada sob uma percepção profunda da necessidade urgente da China, e com um desejo sincero, constrangido pelo amor de Cristo e a esperança de Sua vinda, para obedecer ao comando de pregar o Evangelho a toda criatura. O seu objetivo é, pela ajuda de Deus, trazer aos chineses o conhecimento do amor salvador de Deus em Cristo, trabalhando no interior da China.”
Em 26 de maio de 1866, depois de mais de cinco anos trabalhando na Inglaterra, Taylor e sua família voltaram à China com sua nova equipe de missões, no navio Lammermuir. A viagem durou quatro meses e quando navegavam pelo mar do Sul da China no Oceano Pacífico, o navio enfrentou dois tufões e quase naufragou. Mas chegaram a salvo em Xangai no dia 30 de setembro de 1866.
Eles se estabeleceram em Ningpo e em Hangchow. Inicialmente o seu trabalho missionário começa alcançar o sul da província de Chekiang e 10 anos depois, o norte de Kiangsu, o este de Anhwei e o sudeste de Kingsi.
A seguir Hudson Taylor passa por um terrível período de provação em três anos, sua filha mais velha Gracie falece, posteriormente ocorre a morte de seu filho recém nascido, Samuel, e em julho de 1870, sua amada esposa e companheira de luta, Maria morre de cólera. Ela era uma essencial parceira para Taylor em todos os aspectos de sua vida como esposo e homem de Deus. E como ela mesma se declarou, a “mais intimamente instruída que qualquer outra pessoa com as provações, as tentações, os conflitos, as falhas, quedas e conquistas” do marido.
Mas Taylor tinha aprendido a descansar e aceitar os desígnios do Senhor e a não lutar com suas próprias forças: “Quero viver para deixar meu amado Salvador operar em mim a sua vontade, a minha santificação, pela sua graça. ‘Habitar nele’, não lutar e debater-me, erguer a ele os olhos; confiar nele para ter poder no presente; …descansar no amor do Salvador onipotente, no gozo de uma salvação completa ‘de todo pecado’ – isto não é novo, mas é novo para mim. Sinto como se o raiar de um glorioso dia viesse sobre mim. Saúdo-o com tremor, embora com confiança. Pareço ter chegado até a margem somente; porém, é a beira de um mar sem limites; só provei uma gota, mas de algo que satisfaz completamente. Cristo é literalmente tudo para mim, agora; o poder, o único poder para o serviço, o único fundamento para a alegria inalterável…” (Trecho extraído do livro O Segredo Espiritual de Hudson Taylor).
Em 1871, quando voltava para visitar os outros filhos que estavam na Inglaterra, Taylor reecontrou com uma grande amiga e missionária da MIC, Jennie Faulding, com quem casou-se em 1972. Eles tiveram dois filhos: um deles, Frederick Howard Taylor, foi biógrafo do pai e autor do famoso livro “O Segredo Espiritual de Hudson Taylor”. Jennie foi tão prestativa e amorosa quanto sua primeira esposa Maria, e cuidou do marido enfrentando injúrias e doenças. Ela editou o periódico China’s Millions da MIC e tinha um ministério especial entre as mulheres.
Entre 1876 e 1878 muitos novos missionários inspirados pelo trabalho de Taylor, vieram de várias partes do mundo ajudar na evangelização do interior da China.  Nesse período , apesar de Taylor ser acometido por uma enfermidade na coluna que o deixou paralisado na cama por meses, não parou de enviar mais missionários para a obra do Senhor. Após muitas orações, Deus o curou milagrosamente e ele voltou a caminhar e trabalhar normalmente.
Em 1882, Hudson pediu ao Senhor em oração por mais 70 missionários, o que Deus fielmente proveu juntamente com o suporte para cada um deles. Em 1886 ele pede ao Senhor mais 100 missionários, Deus propicia a inscrição de 600 candidatos vindos da Inglaterra, Escócia e Irlanda. Em novembro de 1887, Hudson Taylor já havia selecionado os 100 missionários para o interior da China.
No final do século XIX, metade dos missionários na China pertencia à missão de Hudson Taylor.
Em outubro de 1888, após haver visitado os Estados Unidos e Canadá, Taylor retorna à China, acompanhado de sua esposa e mais 14 missionários. E continuou seu recrutamento nos 15 anos seguintes pela América, Europa e Oceania. Ele queria convocar agora mais de mil missionários.
De 1899 a 1900 é deflagrada a “Revolta dos Boxers” (ou Movimento Yijetauan) na China, que resultou na morte de milhares de cristãos chineses e centenas de missionários, incluindo 58 adultos e 21 crianças da MIC. Os boxers eram em grande parte fanáticos nacionalistas chineses participantes da seita dos “Punhos Harmoniosos e Justiceiros” que se opunha à expansão estrangeira e à corte Manchu. Os boxers acreditavam que com treino das artes marciais chinesas e rituais místicos poderiam se tornar invulneráveis às balas das armas de fogo das forças européias, norte-americanas e japonesas que dominavam e saqueavam comercialmente a china na época. O movimento começou na província de Shandong e tinha suas raízes na pobreza rural e no desemprego, cuja responsabilidade era atribuída às importações do Ocidente. A revolta foi contida em 1901 pelas tropas estrangeiras numa ação definitiva em Beijing com o apoio das forças do governo corrupto Manchu que não queria perder o poder da monarquia.
Hudson Taylor tinha regressado à Inglaterra pouco antes do caos tomar conta da China para tratar de sua saúde bastante debilitada e em seguida seguiu para a Suíça para se restabelecer, aonde apesar das terríveis notícias que chegavam sobre os massacres de missionários, ele chegou a comentar quase como o último fôlego sobre os terríveis acontecimentos: “Os reinos podem perecer, mas a Igreja de Jesus Cristo nunca pode ser destruída.”
O Sr. D. E. Hoste foi nomeado por Taylor como diretor geral e seu sucessor na MIC em 1902; este correspondeu a todas as expectativas, agindo sabiamente para resgatar a confiança perante às autoridades chinesas.
Após a turbulência passar, Hudson Taylor parecia pressentir que sua hora de encontrar o Senhor se aproximava, assim ele retorna ao país que tanto amou e permaneceu lá até falecer em Changsha, Hunan, em 03 de junho de 1905. Sua esposa Jennie já havia falecido na Suécia no ano anterior, e em companhia de seu filho Howard e esposa, Taylor retornava para sua terra querida onde visitou o cemitério de Yangchow, em Xangai, no qual sua primeira esposa Maria e quatro de seus filhos estavam sepultados e, numa tarde, ao se retirar para descansar, Hudson Taylor acordou deste sono nas mansões celestiais. Ele tinha 73 anos.
James Hudson Taylor deixou 250 pontos de missão, com 849 missionários ingleses e 125.000 cristãos chineses testemunhando o Evangelho do Senhor Jesus Cristo. A vida de Taylor é um impressionante testemunho de fidelidade à obra do Senhor e da história do evangelismo.
Como foi escrito, a voz que cinqüenta e dois anos atrás disse a Hudson Taylor: “Vai à China”, agora dizia: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco fostes fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor!”
Em 1949, os comunistas tomam a China, no ano seguinte começa a expulsão dos missionários da CIM e, em 1953, o êxodo forçado dos missionários é completo. Mas eles continuaram a evangelizar no Japão, Taiwan, Indonésia, Filipinas, Tailândia e Malásia. Mas a semente estava plantada no coração da China e, hoje, apesar da opressão comunista ao evangelho, a verdadeira  igreja se multiplica ainda que na clandestinidade.
A MIC (Missão para o Interior da China) ou CIM (China Inland Mission) fundada por Hudson Taylor hoje se chama OMF (Overseas Missionary Fellowship).

Sobre Hudson Taylor e sua comunhão com Deus:

“...o segredo da vitória estava na comunhão diária, de cada momento, com Deus. Ele descobriu que isso só era possível manter com a oração secreta e o alimento da Palavra pela qual Deus se revela à alma que espera. Não foi fácil para ele, por causa da vida movimentada que levava achar tempo para a oração e estudo bíblico, mas ele sabia que era indispensável. O filho e a nora dele lembram-se de como viajaram com ele durante vários meses, no norte da China, de carroça e de carrinho de mão, parando em péssimas pensões à noite. Muitas vezes quando só havia um cômodo grande para os passageiros e também para os cules que os conduziam, era preciso fechar com qualquer espécie de cortina, um canto para o pai e outro para eles. E então, quando todos dormiam e havia um relativo silêncio, ouviam alguém riscar um fósforo e viam o lume incerto de uma vela. Era o Sr.Taylor, não obstante o cansaço, examinando os textos da pequena Bíblia em dois volumes que sempre tinha consigo. Das duas às quatro da madrugada era o horário que geralmente fazia isso; o horário em que melhor podia contar com sossego para esperar em Deus. Aquela chama da vela significava mais para eles do que tudo que já haviam lido ou ouvido sobre a oração secreta; significava a realidade, não da pregação, mas da prática. A parte mais difícil da carreira missionária, o Sr. Taylor mesmo verificou, é manter o estudo bíblico regular, feito com oração. ‘Satanás sempre há de achar algo para você fazer’, ele dizia, ‘quando você devia estar fazendo isto, mesmo que seja só acertar a cortina de uma janela.’ Ele teria endossado inteiramente estas palavras significativas: ‘Tome tempo. Dê tempo a Deus para se revelar a você. Dê a si mesmo tempo para estar quieto perante ele, esperando receber, através do Espírito, sua Palavra, para que dela você aprenda o que Deus lhe pede e o que lhe promete. Que a Palavra crie, à sua volta e no seu interior, um ambiente santo, uma luz santa celestial, na qual sua alma seja revigorada e fortalecida para os trabalhos da vida diária.’ (André Murray, no livro “The Secret of Adoration” – O Segredo da Adoração). Foi justamente por ter feito isso que a vida de Hudson Taylor era plena de gozo e poder, pela graça de Deus. Quando tinha mais de setenta anos de idade, parou um dia, com a Bíblia na mão, atravessando a sala em Lausanne, para dizer a um dos filhos: ‘Acabo de ler a Bíblia toda, hoje, pela quadragésima vez em quarenta anos.’ E ele não só a leu. Viveu-a.”

Um Ministro episcopal australiano de nome McArtney, que hospedou Hudson Taylor em Melbourne, testemunhou sobre ele:

“Foi essa a principal experiência que tive do Sr. Taylor. Você está apressado, afobado, aflito? Olhe para cima! Veja o Homem glorificado! Deixe que a face de Jesus brilhe sobre você – a face maravilhosa do Senhor Jesus Cristo. Ele está preocupado ou aflito? Nenhum cuidado enruga sua fronte, nenhuma sombra de ansiedade. Contudo, os assuntos são tanto dele quanto seus…” (Trecho extraído do livro O Segredo Espiritual de Hudson Taylor).

“O trabalho de Deus feito do modo de Deus nunca ficará sem o suprimento de Deus.” – Hudson taylor.

Por Eumário J. Teixeira

10 de abr. de 2012

PAUL WASHER NO BRASIL, ESTÁ CONFIRMADO!

Parece que está mesmo confirmada a presença de Paul Washer na conferência anual da Editora Fiel. Para quem não puder comparecer, todos os eventos serão transmitidos ao vivo pelo site www.editorafiel.com.br/aovivo. A palavra de Paul Washer e demais participantes, poderá ser ouvida nas datas de 01 a 05 de outubro deste ano em Águas de Lindóia – SP e, de 05 a 06 de outubro, no Rio de Janeiro – RJ. Quem quiser se escrever para a conferência as informações estão no site da Editora Fiel. Paul Washer resgata em seus sermões a memória de pregadores saudosos como H. G. Spurgeon (1834-1892), A. W. Tozer (1897-1963), Watchman Nee (1903-1972), Leonard Ravenhill (1907-1994), e do recentemente falecido, David Wilkerson (1931-2011). Tais homens de Deus acima citados faziam questão de deixar claro em suas pregações a condição natural do homem, citando entre outras passagens, Romanos 3.10-12, onde se lê: “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.” Num país como o Brasil que está repleto de “pastores” televisivos poderosos, abomináveis mercadores da Palavra, “mestres” do engano e do evangelho da prosperidade, a palavra de exortação de Paul Washer será bem vinda, em nome do Senhor Jesus Cristo. Eis, a seguir, um resumo de parte de dois sermões (disponíveis no youtube) do missionário norte-americano que virá ao Brasil, se Deus assim permitir e nos abençoar.

I - Transcrição resumida de parte do famoso sermão: Pregação Chocante – de Paul Washer. 


Meu coração não se perturba com relação à sua auto-estima.
Meu coração não se perturba se você se sente bem ou não com seu ‘eu’.
Meu coração não se perturba se sua vida está andando conforme seus planos.
Meu coração não se perturba se sua conta bancária está indo bem.
Só há uma coisa que me dá uma noite de insônia.
Só há uma coisa que me perturba toda manhã.
É que dentro de uns cem anos a grande maioria das pessoas neste prédio possivelmente estará no inferno, e muitos que até professam Jesus Cristo como Senhor vão passar uma eternidade no inferno.
Muita das coisas que você ama fazer, Deus odeia. Você sabia disso?
Você ora por avivamento. Você vai à reunião de jovens e quer que Deus os ‘mova’, mas antes de ir você assiste programas de TV que Deus absolutamente abomina. E você ainda se pergunta por que o Espírito Santo não se manifesta no encontro.
E é por isso que você tem que criar falso fogo, falsa empolgação, pois Deus não está lá. Deus é um Deus Santo, e a única forma que você e eu podemos ser reconciliados com um Deus Santo é através da morte de seu filho unigênito, Ele que foi pendurado naquele madeiro.
Você precisa entender que a Bíblia diz que todos pecaram e foram destituídos da glória de Deus, e você não tem idéia do que isso significa... Que nós fomos concebidos radicalmente depravados e inimigos de Deus e que nós nunca buscaríamos a Deus nem nos achegaríamos a Ele.
Nós rebelamos contra Deus, quebramos todas as Leis. Não é só o problema de você ter pecado uma vez, o problema é que você nunca fez nada além de pecar.
Eu não estou tentando ser duro somente para ser duro... Você tem idéia de quanto amor é necessário para estar diante de 5.000 pessoas e dizer que seu 'cristianismo' está quase totalmente errado?
A Bíblia diz nos profetas que até as nossas maiores obras são como trapo sujo diante de Deus, e por causa disso você sabe o que merecemos? A ira de Deus.
Por que sou um cristão? Porque houve um momento em minha vida em que eu orei e pedi para Jesus “entrar no meu coração”. Eu quero que você saiba que é a maior heresia da Igreja evangélica e protestante é quando dizem que você orar e convidar Jesus para entrar em seu coração, Ele com certeza irá entrar...Você não irá achar isso em nenhum lugar das escrituras.
O que você precisa saber é que a salvação é pela fé e somente pela fé em Jesus Cristo. E fé em Jesus Cristo é procedida e acompanhada por arrependimento. Abandonar seus pecados... Odiar as coisas que Deus odeia... Amar as coisas que Deus ama... Crescer em santidade e um desejo de não ser igual Britney Spears, de não ser igual ao mundo, de não ser igual a maioria dos que se dizem cristãos... Mas de ser como Jesus Cristo!
Eu não sei por que vocês estão me aplaudindo... Eu estou falando de você!


 Como não concordar com Paul Washer, e baseado na sua palavra cito ainda Romanos, 8.28-29: “E Sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes a imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos.”
 
E também Efésios, 4.13-14: “Até que todos cheguemos à unidade de fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo. Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.”

 
II - Transcrição resumida do Sermão: 10 Acusações contra a Igreja Evangélica – de Paul Washer. 


1ª acusação - Uma negação prática da suficiência das escrituras. 
Ver:
- 2 Timóteo 3:15-17
- 2 Timóteo 4.3-4

Paul Washer:“...Todas essas ciências sociais (psicologia, sociologia, filosofia...) foram criadas em protesto à palavra de Deus...”

2ª acusação – O desconhecimento de Deus (e seus atributos) 

Ver:
- Jeremias 9:23-24
- Salmos 23, 24, 47,50, 75, 76, 90, 91, 93, 95, 97, 99, 103, 104, 115, 117, 127, 128, 136, 138, 139, 144,145, 146, 147...
- 1 Coríntios 15:34

Paul Washer:“...Porque eles têm um Deus que criaram com a própria mente e eles amam o que eles criaram.”
“Porque há o pecado desenfreado entre o povo de Deus? Por causa da falta do conhecimento de Deus...”
“Pegue um livro sobre Deus, este aqui...a Bíblia, e a estude para conhecê-lo...”
“Não pode haver um temor de Deus entre nós, pois não O conhecemos...”

3ª acusação – Uma falha ao falar depravação do homem

 Ver:
- Romanos 1, 2, 3

Paul Washer:“O velho pregador me disse: ‘...nos pregávamos, pregávamos e pregávamos durante 2 a 3 semanas até que o Espírito Santo trabalhasse e quebrantasse o coração daqueles homens...’ ”
“ ...Quando lidamos com o pecado superficialmente estamos lutando contra o Espírito Santo de Deus...”
“...Nós também somos ladrões quando não falamos do pecado...”

4ª acusação – Uma ignorância do Evangelho de Jesus Cristo 

Ver:
- João 1.1-3
- Filipenses 2.5-8
- 1 Pedro 2.22
- Atos 10.38
- 2 Coríntios 5.21
- Isaías 53.5-6
- Atos 2.24
- Atos 2.36
- Mateus 24.30
- Mateus 28.18-20
- Lucas 14.33
- Marcos 8.34-35

Paul Washer:“...Nós trocamos a Regeneração pelo Decisionismo...”
“...O evangelho começa com a natureza de Deus e vai para a natureza do homem e a queda deste...”
“..O grande dilema é este, se Deus é justo Ele não pode te perdoar, mas Cristo nos resgatou da maldição se tornando maldição em nosso lugar...”
“Jesus suportou por nós a ira de Deus (o cálice). No madeiro ele sofreu a rejeição do Pai que virou o rosto para Ele...”

5ª acusação – Uma ignorância da Doutrina da Regeneração 

Ver:
- Atos 8:32
- Ezequiel 37.1-14
- Romanos 3.10-12
- Romanos 3.22-28
- Romanos 8.28-29
- 2 Coríntios 5.17
- Efésios 4.13
- 1 João 2.6

Paul Washer:“A questão central não é o calvinismo, vou dizer qual é a questão central: é a regeneração.”
Independentemente do pregador e sua doutrina: “Eles devem crer que a salvação não pode ser manipulada por nenhum deles...”
“A salvação é um fruto contínuo em nossas vidas”.
Sobre decisionismo: “...os homens acham que vão para o céu pelo fato deles terem julgado a sinceridade de suas próprias decisões.”

6ª acusação – Um apelo evangelístico sem fundamento Bíblico

 Ver:
- Êxodos 34.6-8
- Mateus 7.21-23
- João 3.16
- Hebreus

Paul Washer:“Quem Deus é ?”
“A falsa doutrina do ‘cristão carnal’ tem levado muitos para o inferno”.

7ª acusação – Ignorância com relação à natureza da Igreja 

Ver:
- Romanos 2. 24
- Jeremias 31.31-33
- Jeremias 32.39,40
- 1 Pedro 2.9
- Efésios 4.11-12
- Efésios 4.15-16

Paul Washer:“Hoje por causa da falta da Pregação Bíblica a tão chamada igreja está cheia de pessoas carnais e ímpias que se identificam com o cristianismo. E então por causa dos bodes no meio das ovelhas, as ovelhas estão sendo acusadas de todas as coisas que os bodes estão fazendo, e o nome de Deus está sendo blasfemado entre os gentios por causa de nós. “
“Jesus deu sua vida pela igreja, uma linda virgem, a Igreja Primitiva...”
“Dê a igreja, a uma igreja, a um corpo de crentes, a uma congregação local. Isto é a igreja.”
“A Igreja é remanescente...”
Remanescente: o que resta.
“A igreja é só uma, não importa as denominações...”
“Eu não chamaria a noiva de Cristo (a igreja) de prostituta se fosse você...”

8ª acusação – Uma falta de amorosa e misericordiosa disciplina eclesiástica 

Ver:
- Mateus 18.15-17
- Gálatas 6.1
- Mateus 28.19-20
- Efésios 5.21
- João 13.34
- Colossenses 3.16

Paul Washer:“O discipulado pessoal de um a um se tornou gigante no final dos anos de 1970 até hoje. Qual era o clamor? Estão saindo tantas pessoas pela porta dos fundos quanto entrando pela porta da frente... e a razão disso é que não estamos discipulando pessoas? Não! Isto está acontecendo porque as pessoas não estão sendo convertidas.”

9ª acusação – Um silêncio acerca da Santificação 

Ver:
- Romanos 12.1
- Efésios 4.13
- 1 João 2.6
- 1 Pedro 1.15

Paul Washer:“...após o pôr do sol quando vem a escuridão e as trevas da noite, as estrelas se destacam com sua luz e brilho no céu...”

10ª acusação – A psicologia e a sociologia têm substituído a Bíblia no que se diz respeito à família

 Ver:
- Juízes 17.6
- Gênesis 18.19
- Romanos 12.12
- Provérbios 13.20
- I Timóteo 1.15
- I Timóteo 4.1-16

Paul Washer:“O pai não pode ser substituído em seu ministério no lar por escolas bíblicas.”
Engano disseminado por psicólogos nos anos de 1960: “Os jovens precisam estar juntos” (e longe dos sábios e anciãos da igreja), um incentivo à separação entre gerações.
No meio do caos: “Eis o que você precisa fazer, ser constantemente alimentado com as palavras da fé.”
 


“Isto é uma guerra, discipline-se!” 

Paul Washer veio ao Brasil para participar da Conferência Fiel de 01 a 05 de outubro em Águas de Lindóia – SP e nos dias 05 e 06 de outubro na Assembléia de Deus em Bonsucesso no Rio de Janeiro. Sua mensagem como sempre foi direta e piedosa e deve ter impactado muitos corações endurecidos. Paul Washer ainda deixou uma mensagem aos cristãos brasileiros em vídeo (disponível no youtube) e transcrita na íntegra neste blog na postagem :
 Paul Washer: Mensagem aos Cristãos Brasileiros.

OREM PELA VIDA DO PASTOR YOUCEF NADARKHANI


O Pastor iraniano se converteu ao cristianismo aos 19 anos num país onde a religião oficial é o Islamismo. Ele é casado com a Senhora Fatemeth e têm dois filhos, Joel e Daniel. Atualmente o pastor Youcef está isolado e incomunicável numa cela fria no Irã por ter se recusado a negar sua fé em Jesus Cristo. Acusado de liderar igrejas domésticas no Irã e ir contra sua ascendência islâmica, ele foi detido em outubro de 2009 e condenado à morte pela forca em 2010; a execução foi adiada e a sentença suspensa em 2011 em decorrência do clamor gerado por um movimento mundial de entidades cristãs, mas nada está definido quanto ao seu destino. As autoridades iranianas tentaram convencê-lo a retornar para o islamismo forçando-lhe a ler textos do Alcorão durante sua clausura, pressionaram-no de todas as formas e há um temor de que teria sido até agredido fisicamente. Estamos em 2012 e ele não cedeu, continua a ser fiel ao Senhor Jesus Cristo. Mas nada se sabe atualmente sobre sua real condição física e espiritual. E nós cristãos, que vivemos em países (ainda) democráticos gozando do livre acesso à Bíblia não temos ao menos a iniciativa de orar por ele ou de participar de algum movimento pela internet em prol de sua liberdade. Estamos nós preparados para enfrentar a morte como Youcef Nadarkhani? Que Deus tenha misericórdia do Pastor Youcef e guarde sua esposa e filhos debaixo de suas asas.

Atenção: Em resposta dada por Deus às orações de milhares de cristãos por todo o planeta, o pastor iraniano Youcef Nadarkhani foi finalmente libertado da prisão em que estava confinado e provavelmente sofrendo torturas psicológicas e talvez físicas, desde 2009. A libertação ocorreu no último dia 08 de setembro de 2012. 
Confira os Detalhes neste blog na postagem "Youcef Nadarkhani finalmente está livre!".

Por Eumário J. Teixeira

1 de abr. de 2012

SUPERMAN E A ANALOGIA COM JESUS CRISTO


Não é novidade que o homem historicamente sempre teve a necessidade de inventar ou mesmo forjar heróis e mártires como forma de manipulação para se alcançar um objetivo social ou político, ou ainda num contexto religioso para buscar entender o propósito da própria vida. Daí a necessidade de se criar mitos e lendas. Dizem alguns que os heróis são necessários para o ser humano prosseguir acreditando em si mesmo e em dias melhores para o mundo apesar da história da humanidade ser fortemente pautada pela maldade, rebeldia e egocentrismo.
É comum termos adorado de alguma maneira um herói ou um ídolo nas diversas fases da nossa vida. Quantos de nós não adoramos um irmão mais velho, um tio bacana, ou nosso próprio pai, que de certa forma para nós se tornaram um padrão a ser seguido ou copiado. Poderíamos também ter idolatrado o professor de história politizado, aquele jogador de futebol do nosso time preferido, aquele ator de filmes de ação, o político jovem e inovador ou mesmo aquele pastor carismático.
Nossa carência é notoriamente absurda e a nossa insegurança em relação ao que realmente somos, de onde viemos e para onde vamos, nos leva a seguir mitos criados por nós mesmos para que possamos preencher o enorme vazio que existe em nosso interior. Assim temos a nossa disposição e oferecida pela mídia nas suas múltiplas facetas, uma infinita galeria de ídolos para regarmos e cultuarmos para o resto de nossas vidas miseráveis, enquanto muitos ainda lucram em cima desta idolatria desenfreada.
O mais incrível é que o único e autêntico “super-herói” que merecia ser adorado pela humanidade passou pela Terra há mais de 2.000 anos. Ele era e é dono de um caráter perfeito e irrepreensível, sendo que jamais cometeu um único pecado em sua vida. Ele também operava milagres por onde passava e distribuía amor e esperança como nunca antes fora feito, curando multidões de males físicos e espirituais. Ele nos amava de tal forma que se sacrificou para nos salvar do cálice da ira de Deus; mas ressuscitou e está hoje à direita do Pai e em breve retornará com toda sua glória e poder, derrotará definitivamente o mal e acolherá a todos que honraram Seu nome.
Ele é Jesus Cristo, o Deus encarnado, que para muitos incrédulos não fez o suficiente para ser adorado pela sua própria criação. O Senhor, o pão da vida, que nos concede o ar que respiramos e ainda nos permite blasfemar contra Ele mesmo. Sua misericórdia emana através da ação do Espírito Santo de Deus impedindo que Satanás caia fulminantemente sobre toda humanidade e subtraia o máximo possível de almas para o inferno. Diga-me então se há outro para adorar, alguém que seja mais merecedor de veneração do que Ele, o próprio Deus criador de todas as coisas, a luz do mundo.
Entretanto, uma dupla norte-americana de origem judaica entrou na corrida para tentar substituir o Verbo Encarnado criando um personagem quase tão popular quanto Jesus Cristo. É uma blasfêmia, mas não está longe da verdade, por mais assustadora que seja. Mas o pior de tudo isso foi que os jovens artistas parodiaram a vida do próprio Jesus Cristo para criar o super-herói.
Estou me referindo a ele mesmo..., não, não é um pássaro, não é um avião, é o Superman! Isso mesmo, aquele que caiu na Terra como uma estrela cadente, tal como o anjo que foi expulso do céu, uma criança super-dotada enviada pelo próprio pai com destino e missão definidos: salvar o planeta Terra da tirania criminosa e assumir, digamos, um cargo de xerife universal, uma posição sustentada pelos seus super-poderes com os quais realizará muitos pródigos e milagres..., assim como fará o anti-cristo.
O personagem Superman subliminarmente projeta um desejo coletivo para o surgimento de um governante mundial que deverá em breve resolver todos os conflitos internacionais e estabelecer uma nova ordem mundial. Seu número de identificação? 666, o número da besta!


Jerry Siegel
Superman e a analogia com Jesus Cristo – O escritor Jerome (Jerry) Siegel (1914-1996) e o desenhista Joseph (Joe) Shuster ( * - 1992), ambos de origem judaica, criaram o Superman para ser uma espécie de herói mitológico judeu no início dos anos de 1930, talvez como resposta à ascensão do nazismo que já perseguia o povo judeu na Europa. Para se ter uma idéia, Jerry Siegel é mencionado no livro Jewish 100 (100 Judeus) com um dos mais importantes judeus de todos os tempos, sendo classificado entre nomes como Moisés, Henry Kissinger e Steven Spielberg.
Daniel Schifrin da Federação Nacional para Cultura Judaica nos EUA em entrevista para o jornal Jerusalém Post disse: “Quanto mais velho eu fico, mais eu vejo que existe algo profundamente judeu no Superman, que ele é um de nós. Como Clark Kent (a identidade secreta do Superman) nós temos sido judeus diasporados por muito tempo, sendo visto como tímidos e estudiosos, quando muito guerreiros hebreus bárbaros fazendo a obra de Deus.”
Mas há judeus e judeus, e nenhum judeu ortodoxo fiel seguidor do Torá aceitaria uma comparação entre Superman e Jesus Cristo, mesmo porque eles ainda esperam pelo messias e Jesus Cristo (para eles) teria sido apenas mais um profeta e não o libertador do povo judeu. Alguns por serem de origem judaica dizem o que bem entendem e não podem ser tão considerados, já que entre os próprios judeus há uma divisão entre os sionistas, banqueiros poderosos espalhados pelo mundo e os não-sionistas, que são os religiosos ortodoxos resignados à sua condição de sem pátria imposta por Deus como punição, até a volta do messias judaico.
Então me parece que a criação de Siegel e Shuster não me parece alguma homenagem ao Senhor Jesus Cristo, e sim uma paródia em tom de deboche da vida do Deus Encarnado, que finalmente será reconhecido pelos próprios judeus assim que o anti-cristo for desmascarado ao tentar usurpar o trono do Senhor no templo de Jerusalém, reconstruído pela terceira vez.

Christopher Reeve, Superman apenas nas Telas
O filme – O filme Superman (Super-homem) foi lançado mundialmente em 1978 com o ator (já falecido) Christopher Reeve no papel do super-herói. No nome do ator, que era um ilustre desconhecido na época, uma coincidência: Cristopher é um anagrama a Cristo. O filme rendeu 80 milhões de dólares, uma estrondosa arrecadação naquele ano. O roteiro ficou por conta de Mario Puzo (do filme O Poderoso Chefão) e David Newman (da série de TV Shena).
Seguindo de certa forma a criação original de Siegel e Shuster, a história se inicia no planeta Krypton que está prestes a se desintegrar. Antes, três terríveis criminosos (anjos rebeldes?) são julgados e condenados por um Conselho de Anciões e são confinados numa zona fantasma fora do planeta. O pai do Superman, Jor-El (Deus?), é o principal acusador. Pode existir também uma relação aí com a trindade do mal, citada no Apocalipse de João: o dragão, a besta e o falso profeta.
Kal-El, o Superman ainda bebê, é lançado por uma cápsula espacial (com formato de estrela) em direção à Terra pelos pais antes do final trágico do planeta Krypton. A analogia à Santa Trindade é formada em Jor-El, o pai (Deus); a mãe (Maria); e o filho Kal-El (Jesus).
Marlon Brando (Deus) e o Superman (Jesus) ?!?
Um detalhe interessante é que “El”em hebraico significa Deus. Daí os nomes Jor-El e Kal-El.
Na despedida de seu filho Jor-El diz: “Nós nunca te deixaremos...Tudo que tenho, te dou em herança, meu filho...Me levará dentro de ti todos os dias de tua vida...O filho se torna o pai...e o pai o filho.” Palavras similares à frases bíblicas.
A cápsula com Kal-El corta o céu do planeta Terra como uma estrela cadente (estrela de Belém?), que é vista e acompanhada pelo casal de fazendeiros terrestres (José e Maria?) que viria acolher e criar o Superman até que este na idade madura tivesse consciência de sua missão no planeta.
Uma das características de Jesus Cristo era a sua dependência do Pai, a quem sempre recorria em oração antes de agir. No filme Kal-El se retirava para a distante “fortaleza da solidão” para manter contato com seu pai morto através de uns tubos de cristais que continham mensagens holográficas com respostas e conselhos para qualquer situação (Jesus se isolava para orar ao Pai). Através desses cristais Kal-El soube de sua origem e destino.
Após a morte de seu pai adotivo, Clark Kent (Kal-El) parte para Metropólis para trabalhar como jornalista. Lá começa a se manifestar como Superman e ganha um arqui-inimigo, Lex Luthor (analogia a Satanás) que se refugia nos subterrâneos do metrô (inferno?) e que inicialmente lhe oferece uma parceria no crime e todo o poder na Terra (tal como Jesus fora tentado no deserto).
Ao recusar a parceria com Luthor, o Superman é combatido ferozmente pelo vilão até ser capturado e aprisionado graças às pedras verdes oriundas do planeta Kripton que o enfraqueciam e anulavam seus poderes.
Após ser libertado do cativeiro e de uma morte aparente, Superman parte para a batalha derradeira (o Amargedon?). Neste percurso opera um grande milagre trazendo de volta à vida, a amiga jornalista Lois Lane, ao fazer a Terra girar ao contrário provocando a volta do tempo (só um deus mesmo para fazê-lo). Por fim, acaba enfrentando a trindade maléfica condenada por seu pai em Krypton e que foi acidentalmente libertada pela explosão de uma bomba nuclear (terrorista) lançada ao espaço pelo próprio Superman. No final ele triunfa sobre todos os inimigos e a Terra finalmente tem seus momentos de paz com seu “salvador” sempre de prontidão.


A maldição do Superman – Alguns atores ficaram marcados por interpretarem o Superman nas telas. A maioria deles não conseguiu outros papéis de destaque no cinema ou televisão, pois ficaram estigmatizados como “aquele que fez o Superman” não conseguindo se livrar do fantasma do personagem. O primeiro a interpretar Superman para as telas foi Kirk Allyn (19l0-1999) através de quatro seriados com uma média de 15 episódios cada, nas matinês de domingo de 1948 a1950. Allyn morreu de causas naturais aos 89 anos. 
Kirk Allen, escapou da maldição
O próximo ator a interpretar o homem de aço foi George Reeves (George Keefer Brewer - 1914-1959) que encarnou o super-herói por mais tempo que o seu antecessor, mas numa série para a TV intitulada As Aventuras do Superman. A série com Reeves durou de 1952 a 1958. O sucesso foi significativo e era comum Reeves aparecer trajado como o Superman em hospitais para crianças com câncer e em outras entidades assistenciais. Após o término da série em 1958, Reeves não conseguiu nenhum papel de destaque e em junho de 1959 cometeu suicídio atirando em sua própria cabeça, segundo a versão oficial. Outra versão não oficial dizia que Reeves foi morto a mando de um grande executivo dos estúdios da Metro Goldwyn Mayer que teria descoberto um romance de anos entre sua esposa e o ator de Superman. Os jornais destacaram a tragédia como o suicídio de Superman e não de George Reeves, morto aos 45 anos.
Após a tragédia com George Reeves o cinema e a televisão ficaram sem uma nova versão do Superman por 20 anos. Até que em 1978 foi lançado Superman – O filme, com Cristopher D’Olier Reeve (1952-2004). Outro ator que tinha certo tempo de carreira, mas que era desconhecido para o grande público. As coincidências no nome deste são interessantes: o seu antecessor (George) tinha o mesmo sobrenome artístico de Reeve (acrescido do “s”) e o nome Christopher é derivado de Christ (ou Cristo). 
George Reeves, morte misteriosa
A versão com Reeve foi um enorme sucesso de bilheteria na época e ainda gerou seqüências em 1980, 1983 e 1987. Reeves com seu antecessor passou a ser considerado o próprio Superman e o ator passou a ter dificuldades em conseguir um outro papel significativo para interpretar no cinema e na TV. Até que em 27 de maio de 1995, praticando equitação, Reeve cai do cavalo num acidente que o tornou tetraplégico devido às fraturas ocorridas nas duas primeiras vértebras cervicais. Foi homenageado um ano depois na cerimônia do Oscar e partir daí passou a incentivar e a lutar pelas pesquisas com células-tronco que poderiam lhe trazer a cura da paralisia. Finalmente Reeve morreu em 10 de outubro de 2004 vítima de um infarto causado por uma infecção, aos 52 anos. A maldição do Superman voltava a assombrar.
Cristopher Reeve, acaba tetraplégico
Dean George Tanaka (Dean Cain), nascido em 1966, fez o Superman no seriado para a TV, Lois & Clark, de 1993 a 1997. O seriado tratava mais da relação entre Clark Kent e a jornalista Lois Lane do que das aventuras do super-herói. Assim, com pouca ação o seriado não fez tanto sucesso, sendo cancelado pela pouca audiência. Dean Cain ainda não conseguiu nenhum outro papel de expressão nas telas.
Brandon James Routh, nascido em 1979, foi o próximo da fila depois de Reeve, a interpretar o super-héroi para o cinema em “Superman, o Retorno” de 2006. Ao contrário de seus antecessores, o filme foi o primeiro trabalho de Routh como ator para os cinemas. O retorno do homem de aço teve uma boa repercussão e espera-se uma seqüência em breve. No final desse filme a jornalista Lois Lane começa a trabalhar num artigo sugestivo intitulado “Porque o mundo precisa do Superman”.
Brandon J. Routh, livre da maldição?!?
Superman nos quadrinhos – O primeiro desenhista do Superman foi Joe Shuster nos anos de 1930, aliás o alter-ego do homem de aço, Clark Kent, foi inspirado na figura do próprio Shuster e do ator comediante Harold Lloyd. A ironia é que em 1976 Joe Shuster já praticamente cego por causa de uma doença degenerativa foi internado num silo na Califórnia quase que no anonimato. Ele morreu em Los angeles em 1992.
Siegel em pé e Joe Shuster desenhando
O segundo desenhista de Superman que se destacou foi Wayne Boring (1905-1987) nos anos de1950. Ele é considerado por muitos o melhor de todos.
O terceiro artista que desenhou o Superman com sucesso foi Curt Swan (1920-1996) no final dos anos de 1960 e meados de 1970. Curt Swan geralmente fazia seus desenhos no lápis para ser finalizados na tinta por artistas como Murphy Anderson (*1926), seu melhor parceiro.
Outros como Neal Adams (*1941) e Ross Andru (1924-1993), ambos contando sempre com a arte final de Richard Joseph “Dick” Giordano (1932-2010), se destacaram nos anos de 1970 e 1980, produzindo clássicos dos quadrinhos como o confronto de Superman
Épico: Superman vs. Muhammad Ali
vs. Muhammad Ali e Superman vs. Homem Aranha, respectivamente. Outro clássico dos quadrinhos foi Batman, O cavaleiro das Trevas, de 1986, desenhado por Frank Miller (*1957), onde um Batman aposentado e revoltado retorna para combater clandestinamente uma onda de crimes que gerou o caos nas ruas de Gotham City, até que se vê obrigado a enfrentar um Superman reduzido a um agente policial repressor manipulado por um governo global ineficiente e corrupto.

A morte do Superman – Em 1993 foi lançada uma edição de quadrinhos pela DC comics escrita e desenhada por Dan Jurgens e equipe, que repercutiu mundialmente. Seria a última aventura do Superman. O homem de aço finalmente encontra um inimigo a altura, um monstro chamado “Apocalipse”. A batalha feroz é travada no centro de Metrópolis culminando com a morte de ambos. Superman se sacrifica para salvar a humanidade com um verdadeiro “messias” numa batalha que sugere o “Armagedon”. No seu funeral uma legião de super-heróis presta uma última homenagem. Em seguida quatro “Supermen” aparecem reivindicando seu manto (Os quatro cavaleiros do Apocalipse?). Mas na realidade a morte de Superman era aparente, ele milagrosamente se recupera e derrota todos que tentaram usurpar seu trono, trazendo novamente a esperança de uma paz duradoura para a Terra.
 
O sacrifício de Superman
Uma dura conclusão: A incapacidade do homem natural e sua aversão por Jesus Cristo são tão grandes, que não podem ser vencidas por qualquer outro poder, exceto pelo poder de Deus através da ação do Espírito Santo. Preferimos ter esperança no próprio homem, em alienígenas ou personagens fictícios, do que crer no próprio Autor da vida.
Na Bíblia, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo de Deus, está escrito:


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3.16-18).“Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” (João 6.32-35).
“Respondeu, pois, Jesus, e disse-lhes: Não murmurem entre vós. Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6.43-44).
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6).


Por Eumário J. Teixeira

9 de mar. de 2012

RABINOS JUDEUS SE DECLARAM CONTRA O SIONISMO

1 - Essa é uma transcrição resumida de um vídeo (postado no youtube com tradução em espanhol e traduzida por mim em português) de uma conferência em que palestrou um grande rabino anti-sionista. Nela o rabino denuncia o sionismo como um pensamento destruidor da religião e da humanidade, destacando seus crimes cometidos contra o povo palestino.

As palavras do rabino:“Eles presumem representar os judeus, mas o sionismo é uma agressão à entidade judia.”
“Por isso todo judeu consciente deve expor ao mundo inteiro que o sionismo é um inimigo da Torah e da humanidade.”
“O sionismo em geral é um pensamento colonialista e assim o demonstra em suas agressões ao povo palestino.”
“O sionismo tem convertido a maioria dos judeus em agnósticos ou em sionistas fanáticos e criminosos com fobia aos árabes e aos muçulmanos, enquanto o judaísmo crê que os pecados dos judeus lhes causou a diáspora e que não haverá reunificação até que não vingue o messias.”
“Até então os judeus devem ser bons cidadãos onde habitem e ser um exemplo em servir a humanidade.”
“E que não tentem governar a Palestina e nenhuma parte do mundo.”
“A Palestina histórica e Jerusalém são do povo palestino atual.”
“Não há conflito entre o Judaísmo e o Islã, o sionismo é um inimigo comum para ambos.”
“Antes que aparecesse o sionismo os judeus e muçulmanos conviviam em harmonia em pátrias comuns na Palestina e em outras partes do território turco-otamano.”
“O sionismo é um perigo para o judaísmo já que o sionismo e o judaísmo são linhas opostas.”
“Façamos um chamamento para criar uma aliança judia-islâmica de amizade para orarmos juntos e pedir a Deus que livre Jerusalém e os inocentes palestinos dos criminosos sionistas.”
“Deus proteja aos que seguem sua senda para restabelecer sua justiça e todos os esforços para proteger a irmandade em toda a humanidade.”
“Temos o dever de livrar Jerusalém das garras do sionismo, para que seja a capital da Palestina histórica.”

Obs.: No vídeo não identificaram o rabino palestrante e nem dataram a data do evento.

Pequeno Glossário:
Diáspora: Dispersão de povos por motivos religiosos ou políticos.
Sionismo: Estudo das coisas relativas aos judeus; doutrina e movimento que propôs e conseguiu o estabelecimento de um Estado de Israel autônomo.
Anti-semitismo: Preconceito contra os semitas, e particularmente os judeus.
Semita: Indivíduo dos semitas; família etnográfica e lingüística, que compreende os hebreus, os assírios, os aramaicos, os fenícios e os árabes; adjetivo referente aos semitas ou a Sem, filho de Noé.
Torah: A Lei Mosaica (relativo a Moisés); o livro que contém essa lei; o Pentateuco; os cinco primeiros livros do Velho Testamento.
Agnosticismo: Doutrina que considera o absoluto inacessível ao espírito humano. É a crença de que a existência de Deus é impossível de ser conhecida ou provada. A palavra “agnóstico” significa essencialmente “sem conhecimento”, o agnosticismo é uma forma intelectualmente mais honesta do ateísmo.


2 - Transcrição da entrevista do rabino anti-semitista Yisroel David Weiss concedida a um repórter da Fox New Channel, postada no Youtube.
Entrevistador – Se resolveria todo o conflito no Oriente Médio se Israel deixasse de existir? Meu convidado diz que Israel não somente rompe com a Lei Judia com seus ataques militares contra o grupo terrorista Hamás, como o estado de Israel a princípio não deveria existir. O mais desconcertante é que a pessoa que diz isso é um rabino. Ele é David Yisroel Weiss membro da Jews Against Zionism (Judeus contra o Sionismo). Rabino, palavras fortes, não?
Rabino – Assim parece. Mas essa é a visão que tem sido defendida por todos líderes religiosos. Quero dizer, durante os últimos 100 anos quando foi criado o movimento sionista, o pensamento, a ideologia de transformar a fé judia, algo espiritual em algo material ou em um território físico e nacionalista, todas as autoridades religiosas já haviam condenado. Tudo que representava o sionismo era expressamente proibido na Torá, porque fomos exilados por Deus...
Entrevistador – Mesmo assim não deveria ter ao menos sua própria terra ou um país? Ao menos ter seu próprio governo?
Rabino – Não deveríamos ter um estado. Deveríamos estar vivendo entre todas as nações, tal como fizeram os judeus durante dois mil anos, como cidadãos leais, mas servindo a Deus, estimulando a compaixão. A Torá indica claramente, que se não respeitarmos a este mandamento, as conseqüências serão catastróficas para os judeus. Portanto, desde a criação do estado de Israel, o sangue não cessa de derramar e permanece o sofrimento, tanto para os judeus como para os não judeus. Contrariamente ao que as pessoas pensam que se trata de um conflito religioso, estávamos vivendo entre as comunidades muçulmanas e árabes durante séculos sem a necessidade de ONG dos direitos humanos nos vigiar...
Entrevistador – Permita-me perguntar-lhe rabino, o povo judeu vivia melhor anteriormente à criação do estado de Israel?
Rabino – Cem por cento. Na Palestina temos o testemunho da comunidade judia que vivia ali e em outras terras, que viviam em harmonia. E rogavam à ONU, rabinos que diziam: “Não queremos um estado judeu.” Os desejos dos habitantes, tantos muçulmanos, cristãos e judeus foram ignorados com a criação do estado judeu.
Entrevistador – Sem dúvida, mesmo que não tivessem um estado, vocês estão acostumados a serem perseguidos e massacrados ao longo dos milênios. Particularmente como ocorreu recentemente há uns 50 ou 60 anos atrás.
Rabino – Existe a perseguição por culpa do anti-semitismo, mas há outra causa que é quando você provoca e cria o anti-semitismo através do sionismo. Não é o mesmo que abrir suas próprias janelas e gritar “anti-semitismo”.
Entrevistador – Sei que o senhor é um judeu ortodoxo. Mas o que pensam os judeus tradicionais sobre a sua postura?
Rabino – Já que esta foi sempre a visão do povo judeu por todo o mundo...
Entrevistador – Sim, eu sei que sempre foi assim. Mas, como é agora?
Rabino - O que falamos é sempre sobre a perspectiva religiosa, porque estamos falando sobre o judaísmo. Não falamos como aqueles que estão abandonando o judaísmo. Como vê o judeu, a visão da maioria judia, é que não desejamos ter um estado. Mas, uma vez que o estado nasceu, a propaganda sionista passou a convencer ao judeu que havia um ódio árabe contra ele. E agora este medo prevalece e faz com que os judeus israelenses temam em devolver as terras.
Entrevistador – Bom, não é de se estranhar, temos o presidente do Irã que disse que o Holocausto nunca aconteceu e que se pudesse, destruiria Israel.
Rabino – É uma mentira. Outra mentira potencialmente falsa. O presidente do Irã tem uma comunidade judia em seu país, e não os assassinou a cada oportunidade.
Entrevistador – Então não leva a sério suas palavras quando ele disse que tentaria aniquilar os judeus?
Rabino – O que o presidente iraniano disse, ou propõe, é a abolição do estado de Israel. De fato, fomos com uma grande comissão de rabinos ao Irã neste ano que passou, estivemos com o vice-presidente, já que o presidente estava na Venezuela. Reunimos com todos os líderes religiosos e todos declararam que não tem conflito religioso em absoluto. Que só...
Entrevistador – Entretanto existe Israel. Rabino, crê que estamos à procura de problemas?
Rabino – Há judeus que estão sofrendo, palestinos, libaneses, orando pela paz e pela pronta desintegração do estado de Israel.
Entrevistador – Foi muito interessante. Não é muito comum se ter a oportunidade de escutar uma opinião parecida.
Rabino – Obrigado pela oportunidade.


Mais informações em:http://www.jewsagainstzionism.com/
http://www.investigar11s.org/

“OS ANTI-SEMITAS SÃO OS SIONISTAS!”

25 de fev. de 2012

PROMETHEUS - IDOLATRIA, REBELDIA E MALDIÇÃO

Nunca fui um bom estudante, mas já nos tempos da escola primária eu já tinha a leitura como hábito, não me interessava tanto os livros de ciências ou matemática, mas sim os que tratassem de história antiga da humanidade, principalmente se neles encontrasse algo sobre os mitos de deuses gregos e romanos. Algum tempo depois eu viria a descobrir a relação direta entre tais deuses e os super-heróis das histórias em quadrinhos que eu também apreciava.
Hermes, Mercúrio, ou melhor, The Flash
Um exemplo: O deus grego Hermes (Mercúrio para os romanos), era o mensageiro de Zeus (deus dos deuses gregos), ou Júpiter, na versão romana. Hermes que era conhecido por sua rapidez, era também relacionado ao mercado, lucro e comércio, e serviu de inspiração para os criadores do super-herói dos quadrinhos norte-americanos, The Flash.
Um hábito que desenvolvi precocemente foi o de desenhar, alguns dizem que é dom, mas de qualquer forma desenvolvi tal habilidade copiando personagens das histórias em quadrinhos e figuras dos deuses mitológicos destacadas nos livros escolares ou em enciclopédias.
Juntando a tudo isso, tinham os filmes de Hollywood e as séries de TV que me fizeram desenvolver um bom senso de estética e olho clínico para apreciar os traços perfeitos de uma figura humana bem acabada.
Eu na minha ingênua ambição procurava alcançar dentro das minhas limitações no desenho a perfeição inigualável alcançada por Michelangelo na sua concepção de Davi ou na retratação de Mona Lisa por Leonardo Da Vinci, por exemplo.
Well, the time is gone..., hoje já não desenho mais, perdi a paixão pelos traços a lápis, mas ainda aprecio a boa arte em geral retratada num belo quadro, escultura, música, filme, etc.  


O fisiculturista Steve Reeves ou Hércules
Por falar em filmes, na minha meninice eu costumava assistir na TV, os filmes produzidos na década de 1950 sobre o semi-deus Hércules, que era interpretado pelo ator e fisiculturista o norte-americano Steve Reeves; seu físico era impressionante e eu queria ser como ele quando crescesse. Mas aí surgiu o “deus das artes marciais” Bruce Lee na minha pré-adolescência, então tive a certeza de que o ser humano poderia perfeitamente ser uma representação máxima da graça estética e atlética.
Bruce Lee esculpiu em si mesmo às custas de muito trabalho e suor, um corpo quase perfeito, se tornando um ídolo adorado mundialmente por todos os amantes das artes marciais e do fisiculturismo. Lee faleceu precocemente em 1973 aos 32 anos em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas, mas sua obsessão pela perfeição física e técnica era conhecida por todos que o rodeavam, e esta busca pela própria superação pode o ter levado a um colapso fatal. Na superstição chinesa, Lee teria nascido no ano do dragão (1940), e por ser chamado carinhosamente de “pequeno dragão” pela família e fãs desde cedo e ter alcançado muita fama com seus filmes, teria despertado ciúmes dos “deuses” que acabaram por lhe tirar a vida. E olha que o mitológico dragão para os chineses é um deus considerado benéfico e é muito adorado.
Está em Lucas 12:34 : “Porque, onde estiver o vosso tesouro, ali estará o vosso coração.” Eu tentei seguir os passos de Bruce Lee na minha juventude, cheguei a pensar que poderia ser como ele, treinei karatê, tentava imitá-lo, mas a vida me levou para outro caminho, ou melhor, Deus me desviou do caminho da idolatria. 

O físico esculpido de Bruce Lee
É claro que ainda admiro Bruce Lee como artista marcial e como um homem que enfrentou preconceitos e barreiras na América por ser de origem chinesa; respeito-o pelo que almejou e conquistou, mas ele era um ser humano atormentado por superstições e maldições hereditárias dos pais orientais que se chocavam constantemente com a também nociva cultura humanista ocidental.
Mas meu olho clínico para a estética ainda estava ativo e alguns anos atrás uma figura belíssima retratada numa revista de curiosidades me chamou a atenção instantaneamente. Era uma estátua dourada de um daqueles “deuses” da mitologia grega postada em frente ao complexo financeiro dos Rockefellers, no centro de Nova York. Ao ver a perfeição daquela figura e sua postura, algo me pareceu familiar, ela me lembrava alguém. Quem? Bruce Lee, é claro!
Logo pensei, eles plagiaram ou se inspiraram em Lee para esculpir tal estátua. A figura esculpida representa justamente Bruce Lee em seus famosos chutes voadores. É incrível a semelhança, ao menos para mim. E isso me perturbou, como eles podem simplesmente copiar Lee sem ao menos dar-lhe crédito? E o porquê do monumento neste lugar?
Fui então à procura de respostas e achei. A estátua foi feita em 1934, seis anos antes de Bruce Lee nascer, pelo artista Paul Manship (1885-1966), presume-se então que quem “copiou” algo aqui foi o próprio Bruce Lee quase 40 anos após a inauguração do monumento.

Paul Manship esculpiu Prometeu
A estátua dourada e feita de bronze é circundada por um anel com os 12 símbolos do zodíaco e está acima de uma fonte de água que jorra sem parar, pode ser vista de frente para a pista de patinação mais famosa do mundo, local também onde colocam uma enorme árvore para as comemorações de natal, que costuma ser exibida regularmente em filmes de Hollywood; tudo isso a frente de um complexo de 19 edifícios comerciais situado entre a 5ª e 7ª avenidas, em Nova York. 
A estátua de Prometeu em 1934


A imensa figura dourada representa Prometeu (ou Prometheus), “aquele que pensa antes”, um Titã que tentou enganar a Zeus e provocou a sua ira por sua simpatia aos seres humanos, e que segundo a mitologia grega, teve como punição ser preso a uma rocha e seu fígado comido por uma grande águia; sendo que o titã imortal tinha o seu órgão regenerado no dia seguinte para a ave de rapina tornar a comê-lo, o que causaria a Prometeu um tormento eterno; e assim seria se ele não fosse libertado por Hércules que matou a águia e o livrou das correntes.
Mas onde entra a idolatria nessa história? É simples, a família Rockefeller é considerada uma das 13 mais influentes e poderosas do mundo industrial e bancário, sua influência abrange os mais variados setores, passando pela economia, comércio, artes, mídia em geral, religião e política. Sobre o patriarca John D. Rockefeller (1839-1937) já foi dito: “Deus fez o mundo, mas John Rockefeller que o organizou”; a família Rockefeller é a mais odiada dos Estados Unidos pelo seu histórico de conquistas inicialmente no mercado do petróleo, às custas de corrupção de juízes e políticos, chantagem, espionagem industrial, sabotagem e violência. John Rockfeller fundou em 1870 aos 31 anos de idade a Standard Oil Company padronizando o mercado do petróleo nos Estados Unidos ligando o refino, transporte e comercialização à produção do combustível. 

John D. Rockfeller

Em poucos anos Rockefeller já havia incorporado mais 70 empresas à Standard Oil formando seu império petrolífero. Quem está atualmente no comando dos negócios é o já idoso David Rockefeller (nascido em 1915).
A estátua de Prometeu bem em frente do complexo de prédios tem um simbolismo oculto pouco divulgado. De acordo com a mitologia grega Prometeu se rebelou contra Zeus e roubou o fogo dos deuses trazendo-o aos homens que ele mesmo criou a partir da argila e da água; deu-lhes também o conhecimento da agricultura, pesca, comércio, profecia, astronomia e de tudo que levou ao desenvolvimento da humanidade na independência de Zeus.
Por trás da estátua na praça do Rockefeller Center está escrito: “Prometeu professor, em qualquer outra arte, trouxe o fogo que tem provado aos mortais, um meio para fins poderosos.”
Prometeu seria o “portador do fogo”, e ao trazê-lo para humanidade, ele habilitou os seres humanos a desfrutar das “coisas divinas” e até lhes permitiu se tornar deuses. Por isso Prometeu é especialmente cultuado nas sociedades secretas, ele representa o máximo do conhecimento das escolas do saber oculto e a ascensão do homem à divindade e a imortalidade por seus próprios meios. O ato de “carregar a tocha” simboliza que o homem tem consciência de sua “centelha divina” e, portanto, pode aspirar a se tornar um deus.

Prometeu e o Rockfeller Center
A elite do mundo compartilha tais ensinamentos e crenças de origem nas irmandades Maçonaria, Rosa-Cruz e Illuminati. Por isso, a tocha de Prometeu que ilumina a mente humana é frequentemente encontrada no simbolismo da elite ocultista.
Da mesma forma, a tocha pode ser vista na Estátua da Liberdade em Nova York, dada de presente à cidade por um maçom francês; como também é o principal símbolo dos jogos olímpicos, pois sua passagem por diversos países ao ser carregado por um atleta de renome nacional (representando Prometeu) até chegar à sede dos jogos, significa que o “fogo da tocha” ou a “luz” está acessível a qualquer mortal. Um verdadeiro ritual de rebeldia pagão.
Não se esqueçam que neste ano teremos as olimpíadas de Londres 2012, prestem atenção na festa de abertura e a todo simbolismo pagão que será exposto.
Ora, está bem claro aqui que os Rockfellers fizeram uma apologia à Lúcifer, o anjo caído, que se tornou Satanás ao se rebelar contra o Deus único e verdadeiro e que tentou à Eva e esta a Adão, oferecendo-lhes o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e prometendo-lhes a independência de Deus. Por conseqüência dessa rebelião resultou para toda a humanidade a condenação ao fogo eterno.
Os Rockefellers simplesmente usaram a imagem de Prometeu para disfarçar sua adoração e idolatria à rebeldia do inimigo de Deus e da humanidade, Satanás. E milhares de turistas patinam e dançam aos pés de Prometeu anualmente sem saber que estão homenageando a um ídolo pagão e diabólico.

O anjo caído ou Satanás

Os Rockfellers são também conhecidos pela sua relação com o governo vigente da Nova Ordem Mundial e seus simbolismos estão evidentes no próprio complexo financeiro.
Além da estátua de Prometeu estão outras imagens: a de um homem e de uma mulher que representam criação da raça humana pelo titã rebelde; e a do gigante Atlas, condenado por Zeus a sustentar os céus por toda a eternidade, sendo que a enorme figura está numa posição tal como a de Jesus carregando a cruz com os braços abertos, justamente de frente para a igreja de Saint Patrick.
Há também no alto do topo da entrada, uma imagem em relevo de um velho barbudo segurando um enorme compasso apontado para baixo, uma clara referência ao deus maçônico GADU (grande arquiteto do universo); e outro relevo com espadas e um arado na parede com as citações do livro de Isaías 2:4, logo abaixo.
Vigiem e façam um auto-exame, o que realmente é importante para você atualmente, onde está o seu coração, no seu emprego, em alguma festividade pagã, em algum ídolo global do esporte ou da música imposto pela mídia, num falso profeta, ou em Deus?

O deus G A D U  maçonico, com o compasso
Êxodo 20:1-6: “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, em nas águas debaixo da terra. Não te curvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.”
Prometeu, uma adoração disfarçada à rebeldia de Lúcifer

Ainda em tempo: Será lançado em junho de 2012 um filme de Ridley Scott que possivelmente será intitulado “Prometheus”. Tudo indica, mas não está confirmado, que será uma versão de ficção científica sobre o mítico Prometeu. Basicamente o enredo seria que na Terra em 2058, pesquisadores descobrem evidências de uma civilização extraterrestre que seriam os responsáveis pela criação dos seres humanos e indícios de sua localização no espaço. Uma missão da Terra parte em seguida para encontrar com os “deuses-ets” criadores. O filme será uma forma disfarçada de adoração ao ídolo pagão grego, vamos aguardar.

Por Eumário J. Teixeira.