1 de abr. de 2012

SUPERMAN E A ANALOGIA COM JESUS CRISTO


Não é novidade que o homem historicamente sempre teve a necessidade de inventar ou mesmo forjar heróis e mártires como forma de manipulação para se alcançar um objetivo social ou político, ou ainda num contexto religioso para buscar entender o propósito da própria vida. Daí a necessidade de se criar mitos e lendas. Dizem alguns que os heróis são necessários para o ser humano prosseguir acreditando em si mesmo e em dias melhores para o mundo apesar da história da humanidade ser fortemente pautada pela maldade, rebeldia e egocentrismo.
É comum termos adorado de alguma maneira um herói ou um ídolo nas diversas fases da nossa vida. Quantos de nós não adoramos um irmão mais velho, um tio bacana, ou nosso próprio pai, que de certa forma para nós se tornaram um padrão a ser seguido ou copiado. Poderíamos também ter idolatrado o professor de história politizado, aquele jogador de futebol do nosso time preferido, aquele ator de filmes de ação, o político jovem e inovador ou mesmo aquele pastor carismático.
Nossa carência é notoriamente absurda e a nossa insegurança em relação ao que realmente somos, de onde viemos e para onde vamos, nos leva a seguir mitos criados por nós mesmos para que possamos preencher o enorme vazio que existe em nosso interior. Assim temos a nossa disposição e oferecida pela mídia nas suas múltiplas facetas, uma infinita galeria de ídolos para regarmos e cultuarmos para o resto de nossas vidas miseráveis, enquanto muitos ainda lucram em cima desta idolatria desenfreada.
O mais incrível é que o único e autêntico “super-herói” que merecia ser adorado pela humanidade passou pela Terra há mais de 2.000 anos. Ele era e é dono de um caráter perfeito e irrepreensível, sendo que jamais cometeu um único pecado em sua vida. Ele também operava milagres por onde passava e distribuía amor e esperança como nunca antes fora feito, curando multidões de males físicos e espirituais. Ele nos amava de tal forma que se sacrificou para nos salvar do cálice da ira de Deus; mas ressuscitou e está hoje à direita do Pai e em breve retornará com toda sua glória e poder, derrotará definitivamente o mal e acolherá a todos que honraram Seu nome.
Ele é Jesus Cristo, o Deus encarnado, que para muitos incrédulos não fez o suficiente para ser adorado pela sua própria criação. O Senhor, o pão da vida, que nos concede o ar que respiramos e ainda nos permite blasfemar contra Ele mesmo. Sua misericórdia emana através da ação do Espírito Santo de Deus impedindo que Satanás caia fulminantemente sobre toda humanidade e subtraia o máximo possível de almas para o inferno. Diga-me então se há outro para adorar, alguém que seja mais merecedor de veneração do que Ele, o próprio Deus criador de todas as coisas, a luz do mundo.
Entretanto, uma dupla norte-americana de origem judaica entrou na corrida para tentar substituir o Verbo Encarnado criando um personagem quase tão popular quanto Jesus Cristo. É uma blasfêmia, mas não está longe da verdade, por mais assustadora que seja. Mas o pior de tudo isso foi que os jovens artistas parodiaram a vida do próprio Jesus Cristo para criar o super-herói.
Estou me referindo a ele mesmo..., não, não é um pássaro, não é um avião, é o Superman! Isso mesmo, aquele que caiu na Terra como uma estrela cadente, tal como o anjo que foi expulso do céu, uma criança super-dotada enviada pelo próprio pai com destino e missão definidos: salvar o planeta Terra da tirania criminosa e assumir, digamos, um cargo de xerife universal, uma posição sustentada pelos seus super-poderes com os quais realizará muitos pródigos e milagres..., assim como fará o anti-cristo.
O personagem Superman subliminarmente projeta um desejo coletivo para o surgimento de um governante mundial que deverá em breve resolver todos os conflitos internacionais e estabelecer uma nova ordem mundial. Seu número de identificação? 666, o número da besta!


Jerry Siegel
Superman e a analogia com Jesus Cristo – O escritor Jerome (Jerry) Siegel (1914-1996) e o desenhista Joseph (Joe) Shuster ( * - 1992), ambos de origem judaica, criaram o Superman para ser uma espécie de herói mitológico judeu no início dos anos de 1930, talvez como resposta à ascensão do nazismo que já perseguia o povo judeu na Europa. Para se ter uma idéia, Jerry Siegel é mencionado no livro Jewish 100 (100 Judeus) com um dos mais importantes judeus de todos os tempos, sendo classificado entre nomes como Moisés, Henry Kissinger e Steven Spielberg.
Daniel Schifrin da Federação Nacional para Cultura Judaica nos EUA em entrevista para o jornal Jerusalém Post disse: “Quanto mais velho eu fico, mais eu vejo que existe algo profundamente judeu no Superman, que ele é um de nós. Como Clark Kent (a identidade secreta do Superman) nós temos sido judeus diasporados por muito tempo, sendo visto como tímidos e estudiosos, quando muito guerreiros hebreus bárbaros fazendo a obra de Deus.”
Mas há judeus e judeus, e nenhum judeu ortodoxo fiel seguidor do Torá aceitaria uma comparação entre Superman e Jesus Cristo, mesmo porque eles ainda esperam pelo messias e Jesus Cristo (para eles) teria sido apenas mais um profeta e não o libertador do povo judeu. Alguns por serem de origem judaica dizem o que bem entendem e não podem ser tão considerados, já que entre os próprios judeus há uma divisão entre os sionistas, banqueiros poderosos espalhados pelo mundo e os não-sionistas, que são os religiosos ortodoxos resignados à sua condição de sem pátria imposta por Deus como punição, até a volta do messias judaico.
Então me parece que a criação de Siegel e Shuster não me parece alguma homenagem ao Senhor Jesus Cristo, e sim uma paródia em tom de deboche da vida do Deus Encarnado, que finalmente será reconhecido pelos próprios judeus assim que o anti-cristo for desmascarado ao tentar usurpar o trono do Senhor no templo de Jerusalém, reconstruído pela terceira vez.

Christopher Reeve, Superman apenas nas Telas
O filme – O filme Superman (Super-homem) foi lançado mundialmente em 1978 com o ator (já falecido) Christopher Reeve no papel do super-herói. No nome do ator, que era um ilustre desconhecido na época, uma coincidência: Cristopher é um anagrama a Cristo. O filme rendeu 80 milhões de dólares, uma estrondosa arrecadação naquele ano. O roteiro ficou por conta de Mario Puzo (do filme O Poderoso Chefão) e David Newman (da série de TV Shena).
Seguindo de certa forma a criação original de Siegel e Shuster, a história se inicia no planeta Krypton que está prestes a se desintegrar. Antes, três terríveis criminosos (anjos rebeldes?) são julgados e condenados por um Conselho de Anciões e são confinados numa zona fantasma fora do planeta. O pai do Superman, Jor-El (Deus?), é o principal acusador. Pode existir também uma relação aí com a trindade do mal, citada no Apocalipse de João: o dragão, a besta e o falso profeta.
Kal-El, o Superman ainda bebê, é lançado por uma cápsula espacial (com formato de estrela) em direção à Terra pelos pais antes do final trágico do planeta Krypton. A analogia à Santa Trindade é formada em Jor-El, o pai (Deus); a mãe (Maria); e o filho Kal-El (Jesus).
Marlon Brando (Deus) e o Superman (Jesus) ?!?
Um detalhe interessante é que “El”em hebraico significa Deus. Daí os nomes Jor-El e Kal-El.
Na despedida de seu filho Jor-El diz: “Nós nunca te deixaremos...Tudo que tenho, te dou em herança, meu filho...Me levará dentro de ti todos os dias de tua vida...O filho se torna o pai...e o pai o filho.” Palavras similares à frases bíblicas.
A cápsula com Kal-El corta o céu do planeta Terra como uma estrela cadente (estrela de Belém?), que é vista e acompanhada pelo casal de fazendeiros terrestres (José e Maria?) que viria acolher e criar o Superman até que este na idade madura tivesse consciência de sua missão no planeta.
Uma das características de Jesus Cristo era a sua dependência do Pai, a quem sempre recorria em oração antes de agir. No filme Kal-El se retirava para a distante “fortaleza da solidão” para manter contato com seu pai morto através de uns tubos de cristais que continham mensagens holográficas com respostas e conselhos para qualquer situação (Jesus se isolava para orar ao Pai). Através desses cristais Kal-El soube de sua origem e destino.
Após a morte de seu pai adotivo, Clark Kent (Kal-El) parte para Metropólis para trabalhar como jornalista. Lá começa a se manifestar como Superman e ganha um arqui-inimigo, Lex Luthor (analogia a Satanás) que se refugia nos subterrâneos do metrô (inferno?) e que inicialmente lhe oferece uma parceria no crime e todo o poder na Terra (tal como Jesus fora tentado no deserto).
Ao recusar a parceria com Luthor, o Superman é combatido ferozmente pelo vilão até ser capturado e aprisionado graças às pedras verdes oriundas do planeta Kripton que o enfraqueciam e anulavam seus poderes.
Após ser libertado do cativeiro e de uma morte aparente, Superman parte para a batalha derradeira (o Amargedon?). Neste percurso opera um grande milagre trazendo de volta à vida, a amiga jornalista Lois Lane, ao fazer a Terra girar ao contrário provocando a volta do tempo (só um deus mesmo para fazê-lo). Por fim, acaba enfrentando a trindade maléfica condenada por seu pai em Krypton e que foi acidentalmente libertada pela explosão de uma bomba nuclear (terrorista) lançada ao espaço pelo próprio Superman. No final ele triunfa sobre todos os inimigos e a Terra finalmente tem seus momentos de paz com seu “salvador” sempre de prontidão.


A maldição do Superman – Alguns atores ficaram marcados por interpretarem o Superman nas telas. A maioria deles não conseguiu outros papéis de destaque no cinema ou televisão, pois ficaram estigmatizados como “aquele que fez o Superman” não conseguindo se livrar do fantasma do personagem. O primeiro a interpretar Superman para as telas foi Kirk Allyn (19l0-1999) através de quatro seriados com uma média de 15 episódios cada, nas matinês de domingo de 1948 a1950. Allyn morreu de causas naturais aos 89 anos. 
Kirk Allen, escapou da maldição
O próximo ator a interpretar o homem de aço foi George Reeves (George Keefer Brewer - 1914-1959) que encarnou o super-herói por mais tempo que o seu antecessor, mas numa série para a TV intitulada As Aventuras do Superman. A série com Reeves durou de 1952 a 1958. O sucesso foi significativo e era comum Reeves aparecer trajado como o Superman em hospitais para crianças com câncer e em outras entidades assistenciais. Após o término da série em 1958, Reeves não conseguiu nenhum papel de destaque e em junho de 1959 cometeu suicídio atirando em sua própria cabeça, segundo a versão oficial. Outra versão não oficial dizia que Reeves foi morto a mando de um grande executivo dos estúdios da Metro Goldwyn Mayer que teria descoberto um romance de anos entre sua esposa e o ator de Superman. Os jornais destacaram a tragédia como o suicídio de Superman e não de George Reeves, morto aos 45 anos.
Após a tragédia com George Reeves o cinema e a televisão ficaram sem uma nova versão do Superman por 20 anos. Até que em 1978 foi lançado Superman – O filme, com Cristopher D’Olier Reeve (1952-2004). Outro ator que tinha certo tempo de carreira, mas que era desconhecido para o grande público. As coincidências no nome deste são interessantes: o seu antecessor (George) tinha o mesmo sobrenome artístico de Reeve (acrescido do “s”) e o nome Christopher é derivado de Christ (ou Cristo). 
George Reeves, morte misteriosa
A versão com Reeve foi um enorme sucesso de bilheteria na época e ainda gerou seqüências em 1980, 1983 e 1987. Reeves com seu antecessor passou a ser considerado o próprio Superman e o ator passou a ter dificuldades em conseguir um outro papel significativo para interpretar no cinema e na TV. Até que em 27 de maio de 1995, praticando equitação, Reeve cai do cavalo num acidente que o tornou tetraplégico devido às fraturas ocorridas nas duas primeiras vértebras cervicais. Foi homenageado um ano depois na cerimônia do Oscar e partir daí passou a incentivar e a lutar pelas pesquisas com células-tronco que poderiam lhe trazer a cura da paralisia. Finalmente Reeve morreu em 10 de outubro de 2004 vítima de um infarto causado por uma infecção, aos 52 anos. A maldição do Superman voltava a assombrar.
Cristopher Reeve, acaba tetraplégico
Dean George Tanaka (Dean Cain), nascido em 1966, fez o Superman no seriado para a TV, Lois & Clark, de 1993 a 1997. O seriado tratava mais da relação entre Clark Kent e a jornalista Lois Lane do que das aventuras do super-herói. Assim, com pouca ação o seriado não fez tanto sucesso, sendo cancelado pela pouca audiência. Dean Cain ainda não conseguiu nenhum outro papel de expressão nas telas.
Brandon James Routh, nascido em 1979, foi o próximo da fila depois de Reeve, a interpretar o super-héroi para o cinema em “Superman, o Retorno” de 2006. Ao contrário de seus antecessores, o filme foi o primeiro trabalho de Routh como ator para os cinemas. O retorno do homem de aço teve uma boa repercussão e espera-se uma seqüência em breve. No final desse filme a jornalista Lois Lane começa a trabalhar num artigo sugestivo intitulado “Porque o mundo precisa do Superman”.
Brandon J. Routh, livre da maldição?!?
Superman nos quadrinhos – O primeiro desenhista do Superman foi Joe Shuster nos anos de 1930, aliás o alter-ego do homem de aço, Clark Kent, foi inspirado na figura do próprio Shuster e do ator comediante Harold Lloyd. A ironia é que em 1976 Joe Shuster já praticamente cego por causa de uma doença degenerativa foi internado num silo na Califórnia quase que no anonimato. Ele morreu em Los angeles em 1992.
Siegel em pé e Joe Shuster desenhando
O segundo desenhista de Superman que se destacou foi Wayne Boring (1905-1987) nos anos de1950. Ele é considerado por muitos o melhor de todos.
O terceiro artista que desenhou o Superman com sucesso foi Curt Swan (1920-1996) no final dos anos de 1960 e meados de 1970. Curt Swan geralmente fazia seus desenhos no lápis para ser finalizados na tinta por artistas como Murphy Anderson (*1926), seu melhor parceiro.
Outros como Neal Adams (*1941) e Ross Andru (1924-1993), ambos contando sempre com a arte final de Richard Joseph “Dick” Giordano (1932-2010), se destacaram nos anos de 1970 e 1980, produzindo clássicos dos quadrinhos como o confronto de Superman
Épico: Superman vs. Muhammad Ali
vs. Muhammad Ali e Superman vs. Homem Aranha, respectivamente. Outro clássico dos quadrinhos foi Batman, O cavaleiro das Trevas, de 1986, desenhado por Frank Miller (*1957), onde um Batman aposentado e revoltado retorna para combater clandestinamente uma onda de crimes que gerou o caos nas ruas de Gotham City, até que se vê obrigado a enfrentar um Superman reduzido a um agente policial repressor manipulado por um governo global ineficiente e corrupto.

A morte do Superman – Em 1993 foi lançada uma edição de quadrinhos pela DC comics escrita e desenhada por Dan Jurgens e equipe, que repercutiu mundialmente. Seria a última aventura do Superman. O homem de aço finalmente encontra um inimigo a altura, um monstro chamado “Apocalipse”. A batalha feroz é travada no centro de Metrópolis culminando com a morte de ambos. Superman se sacrifica para salvar a humanidade com um verdadeiro “messias” numa batalha que sugere o “Armagedon”. No seu funeral uma legião de super-heróis presta uma última homenagem. Em seguida quatro “Supermen” aparecem reivindicando seu manto (Os quatro cavaleiros do Apocalipse?). Mas na realidade a morte de Superman era aparente, ele milagrosamente se recupera e derrota todos que tentaram usurpar seu trono, trazendo novamente a esperança de uma paz duradoura para a Terra.
 
O sacrifício de Superman
Uma dura conclusão: A incapacidade do homem natural e sua aversão por Jesus Cristo são tão grandes, que não podem ser vencidas por qualquer outro poder, exceto pelo poder de Deus através da ação do Espírito Santo. Preferimos ter esperança no próprio homem, em alienígenas ou personagens fictícios, do que crer no próprio Autor da vida.
Na Bíblia, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo de Deus, está escrito:


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3.16-18).“Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” (João 6.32-35).
“Respondeu, pois, Jesus, e disse-lhes: Não murmurem entre vós. Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6.43-44).
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6).


Por Eumário J. Teixeira

9 de mar. de 2012

RABINOS JUDEUS SE DECLARAM CONTRA O SIONISMO

1 - Essa é uma transcrição resumida de um vídeo (postado no youtube com tradução em espanhol e traduzida por mim em português) de uma conferência em que palestrou um grande rabino anti-sionista. Nela o rabino denuncia o sionismo como um pensamento destruidor da religião e da humanidade, destacando seus crimes cometidos contra o povo palestino.

As palavras do rabino:“Eles presumem representar os judeus, mas o sionismo é uma agressão à entidade judia.”
“Por isso todo judeu consciente deve expor ao mundo inteiro que o sionismo é um inimigo da Torah e da humanidade.”
“O sionismo em geral é um pensamento colonialista e assim o demonstra em suas agressões ao povo palestino.”
“O sionismo tem convertido a maioria dos judeus em agnósticos ou em sionistas fanáticos e criminosos com fobia aos árabes e aos muçulmanos, enquanto o judaísmo crê que os pecados dos judeus lhes causou a diáspora e que não haverá reunificação até que não vingue o messias.”
“Até então os judeus devem ser bons cidadãos onde habitem e ser um exemplo em servir a humanidade.”
“E que não tentem governar a Palestina e nenhuma parte do mundo.”
“A Palestina histórica e Jerusalém são do povo palestino atual.”
“Não há conflito entre o Judaísmo e o Islã, o sionismo é um inimigo comum para ambos.”
“Antes que aparecesse o sionismo os judeus e muçulmanos conviviam em harmonia em pátrias comuns na Palestina e em outras partes do território turco-otamano.”
“O sionismo é um perigo para o judaísmo já que o sionismo e o judaísmo são linhas opostas.”
“Façamos um chamamento para criar uma aliança judia-islâmica de amizade para orarmos juntos e pedir a Deus que livre Jerusalém e os inocentes palestinos dos criminosos sionistas.”
“Deus proteja aos que seguem sua senda para restabelecer sua justiça e todos os esforços para proteger a irmandade em toda a humanidade.”
“Temos o dever de livrar Jerusalém das garras do sionismo, para que seja a capital da Palestina histórica.”

Obs.: No vídeo não identificaram o rabino palestrante e nem dataram a data do evento.

Pequeno Glossário:
Diáspora: Dispersão de povos por motivos religiosos ou políticos.
Sionismo: Estudo das coisas relativas aos judeus; doutrina e movimento que propôs e conseguiu o estabelecimento de um Estado de Israel autônomo.
Anti-semitismo: Preconceito contra os semitas, e particularmente os judeus.
Semita: Indivíduo dos semitas; família etnográfica e lingüística, que compreende os hebreus, os assírios, os aramaicos, os fenícios e os árabes; adjetivo referente aos semitas ou a Sem, filho de Noé.
Torah: A Lei Mosaica (relativo a Moisés); o livro que contém essa lei; o Pentateuco; os cinco primeiros livros do Velho Testamento.
Agnosticismo: Doutrina que considera o absoluto inacessível ao espírito humano. É a crença de que a existência de Deus é impossível de ser conhecida ou provada. A palavra “agnóstico” significa essencialmente “sem conhecimento”, o agnosticismo é uma forma intelectualmente mais honesta do ateísmo.


2 - Transcrição da entrevista do rabino anti-semitista Yisroel David Weiss concedida a um repórter da Fox New Channel, postada no Youtube.
Entrevistador – Se resolveria todo o conflito no Oriente Médio se Israel deixasse de existir? Meu convidado diz que Israel não somente rompe com a Lei Judia com seus ataques militares contra o grupo terrorista Hamás, como o estado de Israel a princípio não deveria existir. O mais desconcertante é que a pessoa que diz isso é um rabino. Ele é David Yisroel Weiss membro da Jews Against Zionism (Judeus contra o Sionismo). Rabino, palavras fortes, não?
Rabino – Assim parece. Mas essa é a visão que tem sido defendida por todos líderes religiosos. Quero dizer, durante os últimos 100 anos quando foi criado o movimento sionista, o pensamento, a ideologia de transformar a fé judia, algo espiritual em algo material ou em um território físico e nacionalista, todas as autoridades religiosas já haviam condenado. Tudo que representava o sionismo era expressamente proibido na Torá, porque fomos exilados por Deus...
Entrevistador – Mesmo assim não deveria ter ao menos sua própria terra ou um país? Ao menos ter seu próprio governo?
Rabino – Não deveríamos ter um estado. Deveríamos estar vivendo entre todas as nações, tal como fizeram os judeus durante dois mil anos, como cidadãos leais, mas servindo a Deus, estimulando a compaixão. A Torá indica claramente, que se não respeitarmos a este mandamento, as conseqüências serão catastróficas para os judeus. Portanto, desde a criação do estado de Israel, o sangue não cessa de derramar e permanece o sofrimento, tanto para os judeus como para os não judeus. Contrariamente ao que as pessoas pensam que se trata de um conflito religioso, estávamos vivendo entre as comunidades muçulmanas e árabes durante séculos sem a necessidade de ONG dos direitos humanos nos vigiar...
Entrevistador – Permita-me perguntar-lhe rabino, o povo judeu vivia melhor anteriormente à criação do estado de Israel?
Rabino – Cem por cento. Na Palestina temos o testemunho da comunidade judia que vivia ali e em outras terras, que viviam em harmonia. E rogavam à ONU, rabinos que diziam: “Não queremos um estado judeu.” Os desejos dos habitantes, tantos muçulmanos, cristãos e judeus foram ignorados com a criação do estado judeu.
Entrevistador – Sem dúvida, mesmo que não tivessem um estado, vocês estão acostumados a serem perseguidos e massacrados ao longo dos milênios. Particularmente como ocorreu recentemente há uns 50 ou 60 anos atrás.
Rabino – Existe a perseguição por culpa do anti-semitismo, mas há outra causa que é quando você provoca e cria o anti-semitismo através do sionismo. Não é o mesmo que abrir suas próprias janelas e gritar “anti-semitismo”.
Entrevistador – Sei que o senhor é um judeu ortodoxo. Mas o que pensam os judeus tradicionais sobre a sua postura?
Rabino – Já que esta foi sempre a visão do povo judeu por todo o mundo...
Entrevistador – Sim, eu sei que sempre foi assim. Mas, como é agora?
Rabino - O que falamos é sempre sobre a perspectiva religiosa, porque estamos falando sobre o judaísmo. Não falamos como aqueles que estão abandonando o judaísmo. Como vê o judeu, a visão da maioria judia, é que não desejamos ter um estado. Mas, uma vez que o estado nasceu, a propaganda sionista passou a convencer ao judeu que havia um ódio árabe contra ele. E agora este medo prevalece e faz com que os judeus israelenses temam em devolver as terras.
Entrevistador – Bom, não é de se estranhar, temos o presidente do Irã que disse que o Holocausto nunca aconteceu e que se pudesse, destruiria Israel.
Rabino – É uma mentira. Outra mentira potencialmente falsa. O presidente do Irã tem uma comunidade judia em seu país, e não os assassinou a cada oportunidade.
Entrevistador – Então não leva a sério suas palavras quando ele disse que tentaria aniquilar os judeus?
Rabino – O que o presidente iraniano disse, ou propõe, é a abolição do estado de Israel. De fato, fomos com uma grande comissão de rabinos ao Irã neste ano que passou, estivemos com o vice-presidente, já que o presidente estava na Venezuela. Reunimos com todos os líderes religiosos e todos declararam que não tem conflito religioso em absoluto. Que só...
Entrevistador – Entretanto existe Israel. Rabino, crê que estamos à procura de problemas?
Rabino – Há judeus que estão sofrendo, palestinos, libaneses, orando pela paz e pela pronta desintegração do estado de Israel.
Entrevistador – Foi muito interessante. Não é muito comum se ter a oportunidade de escutar uma opinião parecida.
Rabino – Obrigado pela oportunidade.


Mais informações em:http://www.jewsagainstzionism.com/
http://www.investigar11s.org/

“OS ANTI-SEMITAS SÃO OS SIONISTAS!”

25 de fev. de 2012

PROMETHEUS - IDOLATRIA, REBELDIA E MALDIÇÃO

Nunca fui um bom estudante, mas já nos tempos da escola primária eu já tinha a leitura como hábito, não me interessava tanto os livros de ciências ou matemática, mas sim os que tratassem de história antiga da humanidade, principalmente se neles encontrasse algo sobre os mitos de deuses gregos e romanos. Algum tempo depois eu viria a descobrir a relação direta entre tais deuses e os super-heróis das histórias em quadrinhos que eu também apreciava.
Hermes, Mercúrio, ou melhor, The Flash
Um exemplo: O deus grego Hermes (Mercúrio para os romanos), era o mensageiro de Zeus (deus dos deuses gregos), ou Júpiter, na versão romana. Hermes que era conhecido por sua rapidez, era também relacionado ao mercado, lucro e comércio, e serviu de inspiração para os criadores do super-herói dos quadrinhos norte-americanos, The Flash.
Um hábito que desenvolvi precocemente foi o de desenhar, alguns dizem que é dom, mas de qualquer forma desenvolvi tal habilidade copiando personagens das histórias em quadrinhos e figuras dos deuses mitológicos destacadas nos livros escolares ou em enciclopédias.
Juntando a tudo isso, tinham os filmes de Hollywood e as séries de TV que me fizeram desenvolver um bom senso de estética e olho clínico para apreciar os traços perfeitos de uma figura humana bem acabada.
Eu na minha ingênua ambição procurava alcançar dentro das minhas limitações no desenho a perfeição inigualável alcançada por Michelangelo na sua concepção de Davi ou na retratação de Mona Lisa por Leonardo Da Vinci, por exemplo.
Well, the time is gone..., hoje já não desenho mais, perdi a paixão pelos traços a lápis, mas ainda aprecio a boa arte em geral retratada num belo quadro, escultura, música, filme, etc.  


O fisiculturista Steve Reeves ou Hércules
Por falar em filmes, na minha meninice eu costumava assistir na TV, os filmes produzidos na década de 1950 sobre o semi-deus Hércules, que era interpretado pelo ator e fisiculturista o norte-americano Steve Reeves; seu físico era impressionante e eu queria ser como ele quando crescesse. Mas aí surgiu o “deus das artes marciais” Bruce Lee na minha pré-adolescência, então tive a certeza de que o ser humano poderia perfeitamente ser uma representação máxima da graça estética e atlética.
Bruce Lee esculpiu em si mesmo às custas de muito trabalho e suor, um corpo quase perfeito, se tornando um ídolo adorado mundialmente por todos os amantes das artes marciais e do fisiculturismo. Lee faleceu precocemente em 1973 aos 32 anos em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas, mas sua obsessão pela perfeição física e técnica era conhecida por todos que o rodeavam, e esta busca pela própria superação pode o ter levado a um colapso fatal. Na superstição chinesa, Lee teria nascido no ano do dragão (1940), e por ser chamado carinhosamente de “pequeno dragão” pela família e fãs desde cedo e ter alcançado muita fama com seus filmes, teria despertado ciúmes dos “deuses” que acabaram por lhe tirar a vida. E olha que o mitológico dragão para os chineses é um deus considerado benéfico e é muito adorado.
Está em Lucas 12:34 : “Porque, onde estiver o vosso tesouro, ali estará o vosso coração.” Eu tentei seguir os passos de Bruce Lee na minha juventude, cheguei a pensar que poderia ser como ele, treinei karatê, tentava imitá-lo, mas a vida me levou para outro caminho, ou melhor, Deus me desviou do caminho da idolatria. 

O físico esculpido de Bruce Lee
É claro que ainda admiro Bruce Lee como artista marcial e como um homem que enfrentou preconceitos e barreiras na América por ser de origem chinesa; respeito-o pelo que almejou e conquistou, mas ele era um ser humano atormentado por superstições e maldições hereditárias dos pais orientais que se chocavam constantemente com a também nociva cultura humanista ocidental.
Mas meu olho clínico para a estética ainda estava ativo e alguns anos atrás uma figura belíssima retratada numa revista de curiosidades me chamou a atenção instantaneamente. Era uma estátua dourada de um daqueles “deuses” da mitologia grega postada em frente ao complexo financeiro dos Rockefellers, no centro de Nova York. Ao ver a perfeição daquela figura e sua postura, algo me pareceu familiar, ela me lembrava alguém. Quem? Bruce Lee, é claro!
Logo pensei, eles plagiaram ou se inspiraram em Lee para esculpir tal estátua. A figura esculpida representa justamente Bruce Lee em seus famosos chutes voadores. É incrível a semelhança, ao menos para mim. E isso me perturbou, como eles podem simplesmente copiar Lee sem ao menos dar-lhe crédito? E o porquê do monumento neste lugar?
Fui então à procura de respostas e achei. A estátua foi feita em 1934, seis anos antes de Bruce Lee nascer, pelo artista Paul Manship (1885-1966), presume-se então que quem “copiou” algo aqui foi o próprio Bruce Lee quase 40 anos após a inauguração do monumento.

Paul Manship esculpiu Prometeu
A estátua dourada e feita de bronze é circundada por um anel com os 12 símbolos do zodíaco e está acima de uma fonte de água que jorra sem parar, pode ser vista de frente para a pista de patinação mais famosa do mundo, local também onde colocam uma enorme árvore para as comemorações de natal, que costuma ser exibida regularmente em filmes de Hollywood; tudo isso a frente de um complexo de 19 edifícios comerciais situado entre a 5ª e 7ª avenidas, em Nova York. 
A estátua de Prometeu em 1934


A imensa figura dourada representa Prometeu (ou Prometheus), “aquele que pensa antes”, um Titã que tentou enganar a Zeus e provocou a sua ira por sua simpatia aos seres humanos, e que segundo a mitologia grega, teve como punição ser preso a uma rocha e seu fígado comido por uma grande águia; sendo que o titã imortal tinha o seu órgão regenerado no dia seguinte para a ave de rapina tornar a comê-lo, o que causaria a Prometeu um tormento eterno; e assim seria se ele não fosse libertado por Hércules que matou a águia e o livrou das correntes.
Mas onde entra a idolatria nessa história? É simples, a família Rockefeller é considerada uma das 13 mais influentes e poderosas do mundo industrial e bancário, sua influência abrange os mais variados setores, passando pela economia, comércio, artes, mídia em geral, religião e política. Sobre o patriarca John D. Rockefeller (1839-1937) já foi dito: “Deus fez o mundo, mas John Rockefeller que o organizou”; a família Rockefeller é a mais odiada dos Estados Unidos pelo seu histórico de conquistas inicialmente no mercado do petróleo, às custas de corrupção de juízes e políticos, chantagem, espionagem industrial, sabotagem e violência. John Rockfeller fundou em 1870 aos 31 anos de idade a Standard Oil Company padronizando o mercado do petróleo nos Estados Unidos ligando o refino, transporte e comercialização à produção do combustível. 

John D. Rockfeller

Em poucos anos Rockefeller já havia incorporado mais 70 empresas à Standard Oil formando seu império petrolífero. Quem está atualmente no comando dos negócios é o já idoso David Rockefeller (nascido em 1915).
A estátua de Prometeu bem em frente do complexo de prédios tem um simbolismo oculto pouco divulgado. De acordo com a mitologia grega Prometeu se rebelou contra Zeus e roubou o fogo dos deuses trazendo-o aos homens que ele mesmo criou a partir da argila e da água; deu-lhes também o conhecimento da agricultura, pesca, comércio, profecia, astronomia e de tudo que levou ao desenvolvimento da humanidade na independência de Zeus.
Por trás da estátua na praça do Rockefeller Center está escrito: “Prometeu professor, em qualquer outra arte, trouxe o fogo que tem provado aos mortais, um meio para fins poderosos.”
Prometeu seria o “portador do fogo”, e ao trazê-lo para humanidade, ele habilitou os seres humanos a desfrutar das “coisas divinas” e até lhes permitiu se tornar deuses. Por isso Prometeu é especialmente cultuado nas sociedades secretas, ele representa o máximo do conhecimento das escolas do saber oculto e a ascensão do homem à divindade e a imortalidade por seus próprios meios. O ato de “carregar a tocha” simboliza que o homem tem consciência de sua “centelha divina” e, portanto, pode aspirar a se tornar um deus.

Prometeu e o Rockfeller Center
A elite do mundo compartilha tais ensinamentos e crenças de origem nas irmandades Maçonaria, Rosa-Cruz e Illuminati. Por isso, a tocha de Prometeu que ilumina a mente humana é frequentemente encontrada no simbolismo da elite ocultista.
Da mesma forma, a tocha pode ser vista na Estátua da Liberdade em Nova York, dada de presente à cidade por um maçom francês; como também é o principal símbolo dos jogos olímpicos, pois sua passagem por diversos países ao ser carregado por um atleta de renome nacional (representando Prometeu) até chegar à sede dos jogos, significa que o “fogo da tocha” ou a “luz” está acessível a qualquer mortal. Um verdadeiro ritual de rebeldia pagão.
Não se esqueçam que neste ano teremos as olimpíadas de Londres 2012, prestem atenção na festa de abertura e a todo simbolismo pagão que será exposto.
Ora, está bem claro aqui que os Rockfellers fizeram uma apologia à Lúcifer, o anjo caído, que se tornou Satanás ao se rebelar contra o Deus único e verdadeiro e que tentou à Eva e esta a Adão, oferecendo-lhes o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e prometendo-lhes a independência de Deus. Por conseqüência dessa rebelião resultou para toda a humanidade a condenação ao fogo eterno.
Os Rockefellers simplesmente usaram a imagem de Prometeu para disfarçar sua adoração e idolatria à rebeldia do inimigo de Deus e da humanidade, Satanás. E milhares de turistas patinam e dançam aos pés de Prometeu anualmente sem saber que estão homenageando a um ídolo pagão e diabólico.

O anjo caído ou Satanás

Os Rockfellers são também conhecidos pela sua relação com o governo vigente da Nova Ordem Mundial e seus simbolismos estão evidentes no próprio complexo financeiro.
Além da estátua de Prometeu estão outras imagens: a de um homem e de uma mulher que representam criação da raça humana pelo titã rebelde; e a do gigante Atlas, condenado por Zeus a sustentar os céus por toda a eternidade, sendo que a enorme figura está numa posição tal como a de Jesus carregando a cruz com os braços abertos, justamente de frente para a igreja de Saint Patrick.
Há também no alto do topo da entrada, uma imagem em relevo de um velho barbudo segurando um enorme compasso apontado para baixo, uma clara referência ao deus maçônico GADU (grande arquiteto do universo); e outro relevo com espadas e um arado na parede com as citações do livro de Isaías 2:4, logo abaixo.
Vigiem e façam um auto-exame, o que realmente é importante para você atualmente, onde está o seu coração, no seu emprego, em alguma festividade pagã, em algum ídolo global do esporte ou da música imposto pela mídia, num falso profeta, ou em Deus?

O deus G A D U  maçonico, com o compasso
Êxodo 20:1-6: “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, em nas águas debaixo da terra. Não te curvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.”
Prometeu, uma adoração disfarçada à rebeldia de Lúcifer

Ainda em tempo: Será lançado em junho de 2012 um filme de Ridley Scott que possivelmente será intitulado “Prometheus”. Tudo indica, mas não está confirmado, que será uma versão de ficção científica sobre o mítico Prometeu. Basicamente o enredo seria que na Terra em 2058, pesquisadores descobrem evidências de uma civilização extraterrestre que seriam os responsáveis pela criação dos seres humanos e indícios de sua localização no espaço. Uma missão da Terra parte em seguida para encontrar com os “deuses-ets” criadores. O filme será uma forma disfarçada de adoração ao ídolo pagão grego, vamos aguardar.

Por Eumário J. Teixeira.

2 de fev. de 2012

TOKUSATSU : De Godzilla a Ultraseven

A Saga dos Super-heróis japoneses - Tokusatsu é uma abreviatura de um termo japonês "tokushu satsuei" que significa 'efeitos especiais' e que é comumente usado para identificar um gênero específico de séries saudosas da TV japonesa recheadas de super-heróis extraterrestres e monstros gigantescos e bizarros que destruíam cidades inteiras na terra (principalmente Tóquio) em confrontos épicos.
A obsessão dos japoneses pelos monstros imensos que soltavam raios pelas mandíbulas e antenas trazendo uma imensa destruição, tem uma origem muito antes do imaginado.
O povo japonês tem mantido por séculos, ainda que inconscientemente, a tradição do temor e respeito pela força criadora e ao mesmo tempo destruidora da natureza; certamente uma influência do Xintoísmo, religião oficial do país desde 1868, um conjunto de seitas, cultos e ritos com o propósito de adorar deuses e energias divinas que habitam todas as coisas, animadas ou inanimadas e que também justificaria a existência do Imperador e da família real.
Tudo isso somado ao fato de que o Japão é formado por quatro grandes ilhas montanhosas e mais de 3.000 pequenas ilhas localizadas numa área de freqüentes furações que sofrem paralelamente com terremotos e erupções vulcânicas por estar posicionado nos limites da placa tectônica euroasiática, explica em parte a crença em monstros gigantes oriundos das profundezas da terra que seriam na maioria das vezes os responsáveis por tantos desastres naturais nas terras nipônicas.
Uma outra hipótese para a fixação dos japoneses para com os “dinos gigantes” seria ao de uma possível projeção ao passado recente, o terror causado pela destruição das bombas atômicas em 1945 que ainda atormentam o povo japonês, um monstro feroz e impiedoso para os sobreviventes das cidades de Hiroshima e Nagasaki que selou o fim da Segunda Grande Guerra Mundial. Até hoje as conseqüências das explosões das duas bombas atômicas deixam suas seqüelas expostas.
Quem se esqueceu do terremoto de 8,9 graus que atingiu a costa nordeste do Japão provocando uma tsunami no Pacífico e que deixou milhares de mortos e ainda causou um desastre nuclear em Fukushima em 11 de março de 2011?
Creio que a forma que os japoneses encontraram para exorcizarem popularmente tais demônios foi criando monstros e super-heróis fictícios, dando origem assim ao monstro mais famoso de todos os tempos, o monstro do bem, Godzilla! Em seguida vieram os siuper-heróis como Robô-Gigante, Spectreman, Ultra Man e Ultra Seven, para combater alguns monstros não tão amigáveis e outras ameaças extra-terrestres. O saudoso National Kid não ficará de fora desse pequeno resumo sobre a origem desses personagens da TV japonesa que tanto me impressionaram em meados da década de 1970 e que por certo conquistaram o mundo. Espero que gostem.

Godzilla, o rei dos monstros
Godzilla – É considerado o rei dos monstros e o lagarto gigante mais cultuado do mundo. No original em japonês, é chamado Gojira. O primeiro filme de Godzilla (deus Zilla) foi produzido em 1954 pela Toho Film Company Ltda. O filme “Godzilla” deu prosseguimento a mais de 30 películas com expressivo sucesso. Godzilla foi criado pelo produtor Tomoyuki Tanaka em parceria como o diretor Ishiro Honda, do mestre dos efeitos especiais Eiji Tsuburaya e do compositor Akira Ifukube.
A criação de Godzilla tem relação com o mêdo do povo japonês das armas nucleares. A própria origem do personagem e monstro se dá por meio de um acidente nuclear. Godzilla, um animal pré-histórico com escamas cinzas e ásperas, tem uma cauda poderosa, um corpo de tiranossauro, com braços longos de iguanodonte e barbatanas dorsais de estegossauro, foi despertado do fundo do mar por um acidente nuclear, que lhe causou uma transmutação devida a radiação liberada lhe atribuindo grande tamanho e poderes incríveis, como voar, lançar raios, etc. O rei dos monstros tem um gênio difícil, às vezes age como vilão em ataques à cidades no Japão sem motivo aparente, noutras aparece para defender as mesmas cidades dos monstros extra-terrestres. Sua imensa popularidade lhe rendeu uma série para TV ainda na segunda metade da década de 1950. Godzilla é o marco da criação no cinema sobre monstros gigantes, no Japão chamados como kaiju.
Godzilla contra um dragão de três cabeças
A técnica utilizada nos filmes de Godzilla é conhecida como “suimation”. O responsável pela performance do lagarto gigante veste uma fantasia de látex aprova de fogo, com orifícios no pescoço que facilitam a visão do ator. Certos dispositivos instalados dentro do traje facilitam a movimentação da cabeça independentemente do seu tamanho, e os dentes da criatura geralmente são feitos de madeira e resina. Fios de naylon controlados por assistentes davam movimentação à imensa cauda de Godzilla. O famoso rugido do monstro era nada menos que o som de um contrabaixo tocado por Akira Ifukube com um objeto de borracha.
Se os norte-americanos tinham King-Kong, os japoneses tinham Godzilla, o encontro entre os dois gigantes acabou acontecendo em 1962 no filme da Toho denominado King Kong vs. Godzilla (Kingukongu Tai Gojira). E os gringos acabaram por se render ao poder de Godzilla apresentando-o ao consumidor norte-americano de quadrinhos pela Marvel sob os cuidados de Doug Moench na década de1970; numa versão para os desenhos animados pela Hanna-Barbera e mais recentemente em filme de 1998 pela Tri-Star numa versão americanizada que não agradou muito os fãs do Gojira original.
National Kid – National Kid (Nashonaru Kiddo), foi um dos primeiros super-heróis da juventude japonesa exibida de 1961 a 1962. A série de televisão produzida pela Toei Company. O interessante é que o herói foi criado com a finalidade de promover os produtos eletrodomésticos da National Eletronic Inc., atual Panasonic.
O criador de National Kid foi Daiji Kazumine. As características do super-herói seriam principalmente o poder de voar e defender a paz no mundo e, é claro, levar de carona o nome da empresa. Seria uma resposta ao Super-Man norte americano? Talvez, pois na abertura dos episódios o locutor bradava:
“Mais rápido que os aviões a jato, mais forte que o aço! Super herói invencível, cavaleiro da paz e da justiça...National Kid!”
O personagem teria vindo de Andrômeda seguindo uma grande nave espacial que se dirigia para a Terra sob o comando dos Incas, que habitavam o planeta Vênus. Os Incas estariam querendo obter o conhecimento sobre a bomba atômica desenvolvida pelos humanos. Olha aí o tema nuclear aterrorizando os japoneses novamente!
Assim National Kid, preocupado com o destino dos terráqueos resolve intervir nos ataques dos Incas venusianos, valendo-se de seus poderes, suas duas pistolas de raios e de sua capacidade de voar com os braços abertos, diferentemente do Super-Homem. National tinha um uniforme com um design duvidoso, quase infantil, com capacete, máscara, capa, luva e um grande “N” estampado no peito. Ele tinha uma identidade secreta também para poder circular pelas ruas sem ser perturbado, se passando por Massao Hata.
No início da série o super-herói foi representado pelo ator Ichiro Kojima que foi substituído a partir do episódio “O Império Subterrâneo” por Shiutaro Tatsumi. Uma característica da série National Kid, eram as lutas, verdadeiras danças, que pode ter originado as lutas coreografadas de artes marciais vistas a partir de então nos filmes e seriados do gênero.
Uma curiosidade interessante: National Kid foi exibido no Brasil de 1964 até o início da década de 1970 pela TV Rio, Record e Globo. A sua exibição teria sido interrompida pelo Ministro da Justiça em plena ditadura militar, Alfredo Buzaid, que censurou todas as séries que tinham super-heróis voadores. Seria o temor de se associar o vôo livre com a liberdade de expressão?
Robô Gigante, o jovem Kusama e a Unicorn
Robô Gigante – Inicialmente criado por Mitsuteru Yokayama para os quadrinhos, o Robô Gigante também sua versão para a televisão produzida pela Toei Company a partir de 1967. O responsável pelos efeitos especiais era Nobuo Yajima.
O ator mirim Mitsunobu Kaneko teve grande destaque na série interpretando um garoto chamado Daisaku Kusama que podia acionar o Robô Gigante que tinha feições de uma esfinge, através de um relógio de pulso. O robô teve a voz do menino registrada em sua memória por acidente, assim o jovem Daisaku era o único capaz de acioná-lo.
O vilão da série era um monstro chamado Imperador Guilhotina, líder da organização BF (Big Fire) composta de cientistas maléficos, soldados, monstros e máquinas de guerra que tinha como objetivo dominar a Terra.
Para combater a ameaça foi formado um grupo paramilitar, a Unicorn, liderada pelo chefe Azuma. Daisaku é convidado e aceita participar da Unicorn atendendo pelo codinome U-7.
O Robô Gigante era capaz de voar e tinha um arsenal a sua disposição, como raios laser emitidos pelos olhos, lança-chamas pela boca, mísseis pela ponta dos dedos e seu mais poderoso golpe, o Soco de 1 Megaton, no qual seu braço se deslocava e atingia o alvo e voltava para o robô.
A série foi exibida no Brasil pela extinta TV Tupi e pela TV Record em meados da década de 1970.
Spectreman contra Dr. Gori e Karas
Spectreman – Outra série do gênero tokusatsu, foi produzida pela P-Productions (Pioneer Productions) começou a ser exibida a partir de 1971 na televisão japonesa. Spectreman (Supekutoruman) era um andróide que lutava contra o terrível gênio simióide (homem-macaco) Gori e seu comparsa, também semióide, Karas, originários do planeta Épsilon, na constelação de Sagitário.
Spectreman foi criação de Souji Ushio (pseudônimo de Tomio Sagisu) presidente P-Productions. Uma característica da série era fazer com que o telespectador refletisse na época sobre os possíveis danos à natureza e aos seres humanos causados pela poluição descontrolada. Para se ter uma idéia, a matéria prima usada pelo Dr. Gori para criar os seus monstros era o lixo. Vejam só o que se ouvia na abertura dos episódios:
“Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!”
Spectreman assumia sua forma terráquea com o nome de Kenji, no qual transitava normalmente entre os humanos para realizar suas investigações a serviço dos Dominantes, que eram habitantes de Nebula 71, um planetóide que navegava livremente pelo espaço e era membro da Federação Universal, que tinha por missão proteger os planetas subdesenvolvidos (êta nós!) da destruição prematura por causas internas ou externas. Sob a autorização dos dominantes Kenji se transformava em Spectreman para enfrentar monstros e outras ameaças lançadas pelo Dr. Gori.
As principais armas de Spectreman eram o Spectre-flash, disparado pelas mãos ou pulso, geralmente no golpe final; o Shuriken, estrelas do tipo ninja guardadas no cinto com alto poder cortante; Spectre-blades, afiadas lâminas retráteis localizadas no ante-braço; Spectre-sword & Shield, espada e escudo enviados pela Nebula 71 quando solicitados; e Spectre-gun, espécie de super revólver também envidado pela Nebula 71, quando solicitado, é claro.
Outra característica de Spectreman é que ele podia assumir qualquer tamanho, pequeno como de um ser humano normal, ou mesmo gigante e maior que a maioria dos prédios, para enfrentar os monstros que invadiam Tóquio.
O karateka Tetsuo Narikawa fazia o Spectreman
O ator Tetsuo Narikawa, que interpretava o personagem Kenji, era na verdade um Karateca experiente, mas seus dotes de lutador não foram muito explorados pelos produtores da série. Após abandonar a carreira de ator, Narikawa ministrou aulas de Karatê no Japão até seu falecimento em 1º de janeiro de 2010, aos 65 anos, vítima de câncer nos pulmões. Narikawa era fundador e presidente da liga nacional japonesa de Karatê Seidokai Gensei-ryu.
Outras curiosidades: os personagens de vilões Dr. Gori e Karas (semióides) teriam sido inspirados no filme Planeta dos Macacos, clássico da ficção científica produzido em Hollywood no final da década de 1960.
Os feitos especiais estavam sob a responsabilidade dos técnicos Tetsu Matoba, Takeo Sakai, NobuoYajima e Koichi Ishiguro. A equipe inicialmente teve que improvisar bastante, para se ter uma idéia, as cidades cenográficas eram feitas de isopor branco e materiais diversos pintados de cinza, já que tudo era filmado em preto e branco mesmo. Outra dificuldade era com as explosões durante as destruições dos prédios, que eram feitas artesanalmente com álcool pegando fogo. Os veículos eram de brinquedo, réplicas de automóveis e caminhões que eram queimados nas cenas de destruição. Os aviões também eram de plástico, assim como os bonecos de Spectreman, seguros por cordas de nylon que davam uma impressão de vôo.
Os raios desferidos por Spectreman, monstros e armas eram obtidos através da técnica de raspagem dos negativos quadro por quadro. Às vezes o recurso era abandonado e só se ouvia o som emitido pelos raios destruidores.
No Brasil a exibição de Spectreman foi feita pela TV Record no final da década de 1970 e reprisado pelo SBT em 1986.
Goldar, Silvar, Gam e Matuzen
Vingadores do Espaço – Outra série do gênero tokusatsu e uma das minhas favoritas, Vingadores do Espaço (Maguma Taishi) obteve grande sucesso no Japão. Foi a primeira série de TV em cores exibida no país (aqui no Brasil em preto e branco). Os personagens inicialmente criados para mangá (quadrinhos japoneses) por Osamu Tezuka, foram adaptados para a TV por Tomio Sagisu da P-Productions. O seriado teve seu primeiro episódio exibido na TV Fuji em 1966.
A série mostra que a Terra está prestes a ser invadida pelo alienígena Rodak, Aliás, um dos vilões mais feios que já pintou nas telinhas de TV. Seu visual era um mistura de vampiro de filmes “B” e Elza Soares (depois das mil plásticas). Rodak tinha o hábito de colecionar planetas e contava com seus monstros de estimação para conseguir seu propósito.
Nossa sorte era que o sábio ancião Matuzen do planeta ZFS, residente no interior de um vulcão no Monte Olimpo, enviou para a nossa defesa, os robôs Goldar (dourado), sua esposa Silvar (prateada) e o filho do casal, Gam. Os três se transformavam em foguetes quando precisavam se deslocar a grandes distâncias e possuíam um grande poder de fogo. Quando foguetes emitiam raios, quando robôs emitiam raios gama e mísseis por uma abertura no tórax. Mas só Goldar encarava o corpo a corpo com os monstros gigantes. Goldar podia se apresentar também no tamanho humano.
Goldar enfrenta Rodak e seus monstros
Os aliados de Goldar, Silvar e Gam aqui na Terra eram o jornalista Tom Mura e seu filho Miko, que fez grande amizade com Gam. Inclusive os dois jovens frequentemente trombavam de frente com os incansáveis homens-espuma, seres sem rosto de forma humanóide vestidos com malha e máscara negras que derretiam ao ser derrotados por Gam e Miko na base de golpes de karate e judô. Miko recebeu de Matuzen um apito com o qual ele poderia chamar os três vingadores. Um silvo era para Gam, dois silvos para Silvar, e três silvos para o gigante Goldar.
Outra detalhe interessante era a nave de Rodak, em formato de morcego com uma esfera branca no centro. Era assustador quando a nave alienígena surgia no céu e fechava um close em Rodak. Tremei terráqueos!
Vingadores do Espaço foi exibido no Brasil com muito sucesso no início da década de 1970 pela extinta TV Tupi.
Esper – Foi uma série de produção barata que obteve certa popularidade entre a criançada. O personagem que foi criado por Reiji Matsumoto e produzido pela Senkosha Productions, que começou a ser exibido na TV japonesa em 1967. No Japão era denominado Kousoku Esupa, e na tradução para o inglês ficou Light Speed Esper. O super-herói lutava para salvar a Terra dos terríveis Gilesianos.
Tudo começou quando o jovem Hikaru Azuma e seus pais são atingidos durante um vôo de balão por uma nave em fuga do planeta Esper que havia sido destruído. Os pais de Hikaru morrem no acidente e os tripulantes da nave, os Esperidianos, decidem adotar o garoto tomando a forma de seus pais. Os Esperidianos se aliam ao sábio professor Ayakawa e o auxiliam a criar um traje especial e espacial para o garoto composto de capacete com antenas, jatos nas costas (para voar) e de uma pistola de raios (quentes ou congelantes) para que Hikaru se transforme em Esper e combata os Gilesianos. A transformação ocorre quando o Hikaru corre, pula e grita: Esper!
Esper sempre é acompanhado por sua mãe Esperiana que toma a forma de um pássaro-robô chamado Shikar, aconselhando-o durante as missões.
O filho do Dr. Ayakawa, Giro, também ganhou um traje semelhante ao de Esper.
No Brasil a série foi exibida pela TV Tupi na década de 1970 e TV Gazeta na década seguinte. O personagem Esper também foi garoto propaganda da marca Toshiba.
Uma das versões de Ultraman
Ultraman – Mais uma série japonesa de tokujatsu criada pelo mestre Eiji Tsuburaya que estreou em 1966. Depois de Vingadores do Espaço, foi o segundo seriado de TV a ser exibido em cores no Japão (no Brasil em preto e branco). O sucesso de Ultraman (Urutoraman) foi imediato.
O primeiro Ultraman tinha como identidade secreta o patrulheiro Shin Hayata da Patrulha Científica, interpretado pelo ator Susumu Kurobe.
Tudo começou com um alienígena vindo da galáxia M-78 a bordo de uma cúpula vermelha, que ao perseguir o monstro Bemlar, choca-se com a nave-patrulha de Hayata. A colisão foi mortal para Hayata, mas para reparar o erro o alienígena transfere sua energia vital para o patrulheiro trazendo-o de volta a vida e entregando-lhe a Cápsula Beta que transformaria Hayata no Ultraman. Assim a Terra não estaria a mercê da invasão de outros monstros alienígenas.
Hayata tinha seus amigos na Patrulha Científica, como o Capitão Muramatsu, Arashi, Ide e Akiko, mas nenhum deles sabia do seu segredo.
O inimigo mortal de Ultraman e dos terráqueos era o monstro Zeton-Seijin.
Ultraman tinha como armas o Spacium Ray, formado pela energia espectrum (energia alienígena), que o super-herói aplicava cruzando o braço esquerdo com o direito; a Lâmina, que era lançada e era capaz de cortar até aço; Anéis, usado geralmente em situações de emergência; a Rajada, na qual ele junta as mãos e desfere uma rajada de raios; e outros como a capacidade de lançar água em ocasiões extremas, um detector capaz de encontrar qualquer objeto camuflado.
Criador e criatura
 O primeiro Ultraman era considerado o mais forte fisicamente da linhagem dos Ultras. Podia voar e ainda usava seu poder antigravitacional para se safar em algumas lutas com os diversos monstros, como também conseguia se transportar de um planeta para outro em segundos, um poder que usava raramente pois demandava muita energia e reduzia drasticamente seu tempo como Ultraman, transformando-o novamente em Hayata. Outro recurso era o Timer (uma luz vermelha que piscava em seu peito) que servia de alerta para ele se recompor energicamente após uma luta desgastante, o que era obtido voando diretamente para o sol. Ultraman também reduzia o seu tamanho para os padrões humanos quando necessário.
Ultraman foi exibido por vários canais de TV no Brasil graças a boa aceitação do público infantil e adolescente. No final da década de 1960 até a década de 1980 foi exibido pela TVs Tupi, Bandeirantes, Record, Manchete e SBT.
Após o término da série do primeiro Ultraman, foi lançado O Regresso de Ultraman (Ultraman Jack) que veio para continuar a missão do primeiro Ultra morto na batalha final contra Zeton-Seijin. A identidade secreta de Ultraman Jack era Hideki Goh, patrulheiro da MAT (organização substituta da Patrulha Cientifica), interpretado pelo ator Jiro Dan. Os uniformes da MAT e o Carro Patrulha já tinham um design mais arrojado em comparação à série anterior.
Outros Ultras surgiram para dar seqüência à linhagem alienígena de super-heróis: Ultraman Ace, em 1972; Ultraman Taro, em 1973; Ultraman Leo, em 1974; Ultraman Tiga, em 1996, Ultraman Gaia, em 1998, etc.
Ultraseven, versão sofisticada dos Ultras
Ultraseven – A série Ultraseven (Urutorasebun) foi produzida pela Tsuburaya Productions e exibida no Japão a partir de 1967. A série foi exibida no Brasil no início da década de 1970 pela extinta TV Tupi e TV Bandeirantes, nos anos de 1980 foi exibida pela TV Record.
Ultraseven só não superou a audiência de Ultraman, apesar de ter uma produção mais refinada. Podia se notar a melhor qualidade da produção em Ultraseven nos uniformes bem desenhados do Esquadrão Ultra e até mesmo no design futurístico do Carro Patrulha, sem esquecer do desenho da máscara e uniforme do Ultraseven, visivelmente melhor elaborados.
Curti muito Ultraman Jack, mas Ultraseven era o meu preferido dos Ultras. Os episódios de Ultraseven eram mais dramáticos, temperados com certo suspense e não tão ingênuos como os de Ultraman.
Para se ter idéia dos temas mais “adultos” de Ultraseven, um em questão denominado “Presente Nocivo”, alienígenas distribuíam relógios de pulso que sugavam os sangues das pessoas. As crianças eram o alvo principal por terem o sangue mais limpo e livre de poluentes e radiação herdadas das explosões atômicas em Hiroshima e Nagasaki. Este episódio foi censurado no Japão justamente por trazer à tona o assunto polêmico do envenenamento radiativo causado pelas bombas lançadas pelos norte-americanos na Segunda Grande Guerra Mundial. No Brasil e EUA o episódio foi exibido e reprisado normalmente.
O ator Koji Moiritsugu era quem fazia o papel da identidade secreta de Ultraseven, o patrulheiro Dan Moroboshi.

Dan e a belíssima Anne
Ultraseven era um super-herói vindo da Nebulosa M-78. Ele foi enviado à Terra para defender a humanidade contra invasores espaciais. Ao chegar ele assume a forma humana e a identidade de Dan Moroboshi e se integra ao Esquadrão Ultra. Dan faz se torna oficial e faz amizade com outros oficiais como Furuashi, Amagi, Soga e a belíssima Anne Yuri (Yuriko Hishimi), todos comandados pelo Capitão Kiriyama.
O Esquadrão Ultra tinha sua base subterrânea, e tinha diversos veículos especiais, como as naves caças Gavião Ultra 1, que se dividia nos módulos Alpha, Beta e Super Gama; Gavião Ultra 2 e 3. Eu particularmente era fã do carrão patrulha PO-1.
Para se transformar em Ultraseven, Dan Moroboshi colocava o visor energético Ultra-Olho (uma espécie de óculos mágico) e pronto, surgia Ultraseven com seus 40 metros de altura pronto para detonar mais um monstro alienígena.
O carrão do Esquadrão Ultra
Seus principais recursos para a luta eram os raios disparados pelos seus braços e pela gema (ou diamante) em sua testa; e sua famosa lâmina alojado em sua cabeça, que era lançado tal como um bumerangue retornando após para suas mãos. Além disso ele voava, cruzava dimensões, reduzia-se a tamanhos microscópicos e nos padrões humanos. Quando impossibilitado de se transformar convocava criaturas-robôs auxiliares através de Cápsulas-Monstro.
Como os demais Ultras, o nosso herói precisa absorver energia da estrela mais próxima, e sob o “fraco” sol da Terra, seu tempo de utilização dos poderes era muito reduzido, assim todo confronto com monstros era um drama que não podia se prolongar.
Uma nota importante: quem vestia o macacão e máscara de Ultraseven era o ator-dublê Koji Uenishi.
 


Essa foi uma pequena homenagem aos super-heróis japoneses dos anos de 1960 e 1970 que tanto nos divertiram, para satisfazer os pedidos de alguns visitantes do Obluesdoeu. 

Por Eumário J. Teixeira.

8 de jan. de 2012

A ARCA DE NOÉ FOI DESCOBERTA EM 2009

Pode ser a maior descoberta de todos os tempos e o mundo fez pouco caso!

"Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.
Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume.
E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura.
Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro.
Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará.
Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos contigo.
E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão.
Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, de todo o réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os conservar em vida.
E leva contigo de toda a comida que se come e ajunta-a para ti; e te será para mantimento, a ti e a eles.
Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez. "
(Gênesis 6:13-22)

Em outubro de 2009 uma equipe de exploração composta por cristãos chineses de Hong Kong e turcos subiu o monte Ararat a uma altitude de 4.000 metros acima do mar e após escavações bem sucedidas acharam uma grande estrutura de madeira coberta por rochas e gelo.
A descoberta teria sido reconhecida pelo Ministério da Cultura da Turquia que teria a intenção de formular um pedido à UNESCO para que a estrutura de madeira fosse incluída na Lista do Patrimônio Mundial.
A equipe cristã de exploradores chineses foram homenageados como cidadãos honorários da província de Agri, na Turquia; e em 25 de abril de 2009, o Cônsul Geral da Turquia, o Sr. Melhmeht K. Raif, confirmou a grande conquista numa coletiva à imprensa mundial.
A descoberta foi importante baseando-se no fato de que naquela altitude seria impossível se achar qualquer tipo de relva, árvores ou qualquer tipo de ocupação humana acima dos 3.000 metros. Os fragmentos de madeira achados e exibidos pelos exploradores vieram realmente da estrutura de madeira, ou seja, da Arca.
A primeira equipe teria encontrado uma abertura nas escavações acima de 4.000 m, por onde entraram e descobriu-se no interior uma grande estrutura de madeira.
Man-Fai Yuen, um dos membros da equipe chinesa relatou à imprensa: “A equipe de pesquisa e eu, entramos em uma estrutura de madeira no alto da montanha. A estrutura estava dividida em diferentes espaços. Acreditamos que a estrutura que entramos é a mesma que foi registrada em relatos históricos (de antigas expedições de busca por terra e ar) e o mesmo barco antigo indicado (e avistado) pelos (antigos) moradores da região.”
A equipe sino-turca uma vez dentro da estrutura logo começaram a realizar estudos de campo, fazer medições e coletar amostras, com todo o processo fotografado e filmado. A história recente relata que uma equipe enviada pelo Czar Russo Nicolas 2º e liderada pelo tenente Roskovitski, chegou a fazer fotos e até filmar o exterior da estrutura em condições precárias em 1916; mas assim que ocorreu a revolução comunista em 19l7, todos os arquivos com fotos e documentos foram perdidos ou destruídos pelo líder León Trotski. De qualquer forma esta equipe de 2009 é a primeira que documenta visualmente o interior da estrutura de madeira.
Ahmet Ertugrul, o líder da equipe exploradora, foi o primeiro a obter informações sobre a localização do barco, a busca começou em seguida. Ele mesmo relatou: “Fiquei sabendo do local, que era guardado em segredo, em junho de 2008. Minha fonte disse que lá estava realmente a Arca de Noé. Fui com uma equipe para a região mencionada e lá encontrei uma estrutura de madeira. Tirei algumas fotos do interior e informei à NAMI (Noah’s Ark Ministries International Limited ) da descoberta.
A pesquisa se estendeu por quase dois anos. Uma etapa foi registrada pela exploradora chinesa Panda Lee, que registrou de forma pioneira a estrutura na altitude de 4.000 m.
Panda Lee relatou: “Em outubro de 2008 escalamos a montanha com a equipe turca. Na altitude de mais de 4.000 metros, vi uma estrutura de madeira do tipo riga construída com pranchas de 8 cm de largura. Pude perceber espigas (encaixe) na madeira, uma prova de que a antiga construção foi anterior à utilização de pregos de metal. Andamos cerca de 100 metros para um outro sítio. Eu pode ver fragmentos de madeira quebrados e embutidos numa geleira e com cerca de 20 metros de comprimento. Eu olhei em volta e percebi que a estrutura de madeira foi permanentemente coberta por gelos e rochas vulcânica. Antes da minha expedição, a equipe turca tinha escavado o local para expor a estrutura.”
Após a confirmação de Panda, as atividades de busca foram interrompidas por um certo tempo devido à tensão causada pela descoberta, mas a exploração continuou intensamente pelo resto do ano. Finalmente em outubro de 2009, uma equipe de filmagem acompanhou a equipe de pesquisa para documentar a expedição. Seis membros da equipe chinesa de Hong Kong entraram na estrutura de madeira, sendo que Fiona Leung era a única mulher da expedição. Ela relata: “A expedição foi difícil. Ficamos alguns dias no acampamento base a 2.800 metros acima do nível do mar para nos aclimatarmos. Todos sofremos com vários sintomas da doença da altitude. O clima no Monte Ararat era imprevisível. A diferença das temperaturas de dia e de noite são grandes; de dia chegava a 30º C e a noite caía para menos de 20cº. Uma noite chegou a nevar. A última parte da rota que conduzia ao sítio estava muito acidentada. Passamos por terreno íngremes de 60 graus que levava ao sítio e observamos rochas basálticas rolando para cima de nós, graças ao sol que derretia a neve desprendendo-as. Algumas rochas eram do tamanho de uma cabeça e poderia ter ferido gravemente alguém.”
Haviam aberturas por onde se podia entrar na estrutura que estava danificada; e uma vez dentro, foram descobertos sete espaços. Um dos membros da equipe, Yeung Wing-Cheung explicou durante a coletiva para a imprensa:

1º - Um dos espaços descobertos era coberto por gelo. Sob o gelo podia-se ver a madeira e as vigas acima. Foi possível perceber uma parede construída por madeira não encaixadas, mas demonstrava ser claramente uma estrutura artificial.
2º - O espaço testemunhado por Panda Lee é em formato de “L”. Este foi o primeiro espaço descoberto. E suas características combinam bem com alguns espaços descobertos depois com madeira encaixada. Concluiu-se depois que era originalmente uma sala em forma de caixa já bastante decomposta.
3º - Este espaço tinha mais de 5 metros de altura. Os membros da equipe tiveram que passar por uma abertura trincada e descer de rapel para entrar. Todas as paredes são de madeira e o espaço em forma de caixa. Falando exatamente, as paredes não são verticais, mas apresentam uma forma inclinada ou curva. Há uma pequena porta de um lado, de dimensões de 1,5 metros de altura, que provavelmente leva a um outro espaço, mas nossa equipe não quis se arriscar ainda mais devido à falta de oxigênio.
4º - Esta sala era em forma de caixa, tendo dimensões de altura, largura e comprimento superior a 2 metros. Há uma viga de madeira com cravos (pregos de madeira) em um lado do muro. Provavelmente uma corda era presa nesses pregos para manter os animais no local. No outro lado do muro, havia prateleiras.
5º - Um pequeno túnel, como se fosse um corredor que conecta a outros dois espaços.
6º - Poucas escadas de madeira (aparentemente feitas de toras) foram encontradas no interior da estrutura. Nossa equipe escalou uma e encontrou uma porta no teto e concluiu que a estrutura de madeira tinha mais que um andar. Nós tentamos abri-la mas não conseguimos. Já que não queríamos danificar a estrutura, tentaríamos de novo no futuro com equipamento adequado.
7º - No sétimo espaço a equipe não conseguiu entrar. Mas constataram uma pequena abertura acima. A altura e a largura são estimados em 5 metros e 12 metros, respectivamente.

Especialistas e funcionários do governo da Turquia concordaram que a descoberta é de grande importância. À luz dos registros históricos, eles acreditam que a explicação mais provável é que seja, realmente, a Arca de Noé. De qualquer forma estudos científicos posteriormente serão realizados.
O Gerrit Aalten, renomado pesquisador holandês disse: “O significado deste achado é que, pela primeira vez na história, foi descoberta a Arca de Noé, e isto está bem documentado e disponível à comunidade cientíica mundial.”
Com mais de 30 anos de experiência na coleta de informações, Aalten acredita que informações passadas de gerações em gerações ajudaram a montar este quebra-cabeça, porque diversas pessoas mencionaram juntas os mesmos detalhes significativos que correspondem exatamente a este espantoso achado no Ararat.
Ele continou: “Apenas alguns dos muitos detalhes que são correspondentes a este achado: ...a altura em que foi encontrado, que está ‘acima’ de 4.000 m; outro detalhe é a maneira como a Arca estava localizada, ‘ligeiramente inclinada’; a madeira tem um ‘marrom avermelhado’; a parte traseira da arca é ‘desgastada e danificada e tem uma abertura através da qual se pode entrar’; está parcialmente ‘enterrada no gelo e em restos de rocha vulcânica”; o material da Arca é ‘sólido e de alta qualidade’; e ‘escuro, muito longo e de forma retangular.’”
Em conclusão, Aalten disse: Há um quantidade enorme de evidências sólidas de que a estrutura encontrada no Monte Ararat, na Turquia oriental, é a lendária Arca de Noé.”
O arqueólogo e professor, Oktay Belli disse: “A equipe de pesquisa fez a maior descoberta da história. Este achado é muito importante e o maior até agora. O Monte Ararat nunca foi habitado por seres humanos acima dos 3.500 m. O Monte Ararat é um lugar sagrado e tem rico relatos históricos sobre a Arca de Noé na montanha. Muitas pessoas têm procurado a montanha para descobrir o barco construído por Noé e seus filhos. Esta é a primeira pesquisa séria de uma equipe que encontrou uma estrutrua de madeira sob o gelo.”
Dr. Ahmet Özbek, um geólogo turco explicou que a condição climática tem ajudado a preservar a estrutura pelos milhares de anos que se passaram. Ele disse que: “Nos dias atuais, a linha permanente da neve no Monte Ararat é de 3.900 m. A temperatura baixa e as condições ambientais dos depósitos de material vulcânico e a geleira ajudou na preservação. Ele também explicou que a capacidade da estrutura de madeira era de suportar uma carga de cinco vezes o seu próprio peso. Por isso a estrutura pôde suportar tanto peso (das rochas, gelo e neve) sem se arrebentar em pedaços por tanto tempo.”
Murat Güven, governador da Província de Agri; Muhsin Bulut, diretor do Ministério da Cultura da Província de Agri e Ibrahim Sahin, secretário distrital da cidade de Dogubayazit, apreciaram o esforço empreendido pela equipe exploradora e agradeceram solenemente a descoberta da Arca de Noé.
Muhsin Bulut declarou: “Por mais de 2.000 anos, os relatos históricos e testemunhas dizem-nos que há um barco antigo no Monte Ararat, que sobreviveu a uma grande inundação e pousou sobre o monte. As pessoas acreditam que seja a Arca de Noé. Eu acredito que a equipe finalmente encontrou o barco antigo e creio que seja a Arca de Noé. O governo turco irá ajudar ainda mais a pesquisa científica da NAMI no futuro. Os participantes irão convidar a participação de outros cientistas e serão oferecidas outras pesquisas científicas para revelar a verdade sobre a Arca de Noé. Eles leram e assinaram um acordo de cooperação, onde se lê: ‘Nós abaixo assinados, acordam em colaborar na pesquisa científica e estudos relacionados com a Arca de Noé no Monte Ararat. Os resutlados são de grande importância para todo o mundo em que a humanidade deve valorizar suas crenças e origens comuns. Acreditamos que a descoberta da Arca de Noé vai resolver séculos de conflito ideológicos. Dedicamo-nos a trabalhar para um mundo melhor, mais pacífico.’”

A equipe exploradora e que entrou para a história era composta de 06 arqueólogos cristãos de Hong Kong e 09 arqueólogos turcos. A expedição patrocinada pela Noah´s Ministries International, um ministério que sempre visou encontrar a Arca de Noé, também teve apoio do governo turco. A descoberta ocorreu oficialmente no mês de outubro de 2009 no Monte Ararat, localizado no extremo nordeste da Turquia, a 16 km a oeste do Irã e a 32km ao sul da Armênia. Segundo os resultados de análises e testes de carbono 14 realizados sobre um pedaço de madeira com 38 mm achado durante as escavações, chegou-se a conclusão que a madeira teria cerca de 4.800 anos.
E agora eu pergunto, você que leu esse artigo, lembra-se dos canais de televisão no Brasil ou no mundo terem dado alguma repercussão sobre esta incrível descoberta? Alguém ouviu contestações sobre ser verídica ou não a descoberta da Arca de Noé? Já se passaram praticamente mais de 2 anos e um silêncio total, no máximo um flash de 2 minutos nos jornais televisivos sobre o que pode ser a maior descoberta de todos os tempos. Nem mesmo a igreja se manifestou. Nada de polêmica. Muito estranho. Onde estão agora os que acreditam que a Arca de Noé é estória da carochinha? Toda glória ao Senhor nosso Deus!
Abaixo um link de vídeo sobre a repercussão da descoberta que poucos souberam:

http://youtu.be/Y5f4h02oADE

Por Eumário José Teixeira.