20 de set de 2014

ELEIÇÕES 2014: SOBERANIA NACIONAL, VALORES CRISTÃOS, ORDEM E PROGRESSO, JÁ!


Estamos em plena campanha eleitoral para presidente da república, senadores e deputados federais e estaduais e os senhores candidatos que cobiçam tais cargos ainda não se manifestaram sobre pontos cruciais e deveras importantes que deveriam ser discutidos obrigatoriamente atualmente tanto pela esquerda quanto pela direita partidária, ou, como quiser, entre governo e oposição. Mas...espere um momento, a sensação é que não temos uma oposição representativa entre os candidatos, um partido que seja de origem de extrema direita ou anti-esquerda, contrária ao socialismo, ao comunismo e sindicalismo corrupto e radical, à Anarquia dos “black blocs”, ou contra aqueles que dizem defender o meio ambiente, os animais, a mãe-terra e a Nova Era, e que proclamam que são diversos os caminhos que levam a Deus (no caso, o deus deles) e que ao mesmo tempo apóiam a liberação do aborto, a Liberação do Consumo de Drogas, a criminalização da homofobia, etc. Os candidatos de “linha tradicional cristã” que estão na disputa, ainda que tenham tempo insuficiente para expor seus planos de governo em relação aos três mais fortes e principais concorrentes aos cargos eletivos na propaganda eleitoral, 

têm um tempo justo para se manifestar nos debates televisivos em rede nacional de TV. Mas os senhores candidatos de direita visivelmente mal preparados e alguns mal intencionados se omitem em relação a certos assuntos de fundamental relevância para o futuro de nosso país como: o Foro de São Paulo e sua intenção de “cubanizar” toda a América do Sul; a aprovação do Decreto 8.243 durante a Copa do Mundo que anulou nossa constituição e implantou um governo paralelo; a Erotização e Corrupção na Educação Infantil pelas Escolas Públicas com Apostilas Sugestivas à Sexualidade e ao Consumo de Drogas; a Perda da Soberania do Território Nacional e as Demarcações Indígenas arbitrárias, duvidosas e independentes Raposa Terra do Sol e Yanomami; a cobiça das ONGs de Nações Estrangeiras (espalhadas pelos territórios indígenas) pelos Minérios em nosso rico subsolo, pela nossa Bio-diversidade e reservas de Água potável ainda não explorados; a Invasão do Espaço Aéreo Nacional por aviões não identificados que pulverizam Rastros Químicos por todo o país alterando claramente nosso clima provocando esse Efeito Estufa e prejudicando a cultura agrícola em diversos estados; o Sucateamento das Forças Armadas; e outros assuntos polêmicos que sequer são citados. Mas não se enganem, se Dilma representa a tese a ser combatida, saibam que Aécio é a antítese que não convence, e o pior que a  solução para muitos enganados, inclusive para muitos que defendem os valores cristãos, é que Marina, que chegou nessa condição privilegiada favorecida pela brutal (e agora suspeita) morte de Eduardo Campos, é a síntese, ou a solução, um meio-termo que agradaria a todos. Que Deus nos ajude. Mas precisamos nos inspirar e ter esperança, e por falar nisso, existiu um nacionalista brasileiro que, mesmo pressionado pelas idéias de globalização mundial, defendeu com unhas e dentes por toda a sua vida a soberania e autonomia de nosso país e em relação aos colonizadores e opressores mundiais. Estou falando do Físico: José Walter Bautista Vidal, infelizmente morto em 1º de junho de 2013, aos 78 anos.

O nacionalista Bautista Vidal, defensor da soberania nacional
O baiano Bautista Vidal era engenheiro com pós-graduação em física, professor das Universidades Federais da Bahia e Brasília e Estadual de Campinas, foi primeiro Secretário de Estado de Ciências e Tecnologia do Brasil nos Governos de Ernesto Geisel e José Sarney, dentre outras funções relativas à sua especialidade. Vidal foi o principal responsável pela implantação do Programa Nacional do Álcool (Pró-Álcool) em 1975 e do Motor a Álcool, além de exercer também as funções de jornalista e escritor de mais de 12  livros,  se destacando as  obras De Estado Servil à Nação Soberana; Soberania e Dignidade, Raízes de Sobrevivência; e O Esfacelamento da Nação.
Vidal foi um visionário, um apaixonado pelo Brasil e suas riquezas naturais. Ele afirmava que o nosso Brasil seria “a Arábia Saudita do mundo” porque seríamos no futuro o principal fornecedor de energia para o planeta após o colapso dos combustíveis fósseis. Sua afirmação se baseava pelo simples fato que nosso país continental recebe diretamente do sol a maior fração de energia irradiada do astro-rei, graças à nossa localização estratégica na linha dos trópicos. Assim, com o inevitável esgotamento do combustível fóssil ou petróleo, teríamos o privilégio de explorarmos toda essa energia solar que nos é oferecida por Deus e que é rara nos países de primeiro mundo que sempre dependeram do petróleo para se manterem. O sol favorece a nossa biodiversidade, principalmente na Amazônia onde dispomos de uma infinidade de “remédios” naturais ainda não explorados ou ainda não identificados para pesquisas e desenvolvimento para nossa medicina que poderá ser de incalculável benefício para a população brasileira e para o mundo. Vidal declarava que nós dispomos do petróleo verde em abundância, uma fonte de energia inesgotável e renovável como o álcool e os óleos vegetais enquanto o sol brilhar.
Vidal sempre se referia à questão do Aquífero Guarani, o maior manancial de água doce do mundo, situado no centro-leste da América do Sul e compreendendo os estados brasileiros de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, se estendendo além das fronteiras do Paraguai, Uruguai e Argentina. Na verdade um potencial exorbitante de água potável no subsolo ainda não explorado. E nesses dias de seca no Sudeste, o assunto não poderia ficar fora da pauta dos candidatos, não?!?

Capa do livro do Gen. Carlos Mattos denunciando a farsa Ianomami
O que falar então do absurdo das demarcações arbitrárias dos territórios indígenas Raposa Serra do Sol e Yanomami em Roraima? O que se esconde por trás disso? Quantos produtores rurais, aliás, produtores de Arroz  responsáveis por boa parte do abastecimento do país com essa cultura sendo expulsos de terras que possuíam há 30 ou 40 anos por uma indenização irrisória ou um pedaço de terra improdutivo bem longe dos territórios indígenas, que agora se declaram independentes do território nacional e abrem as pernas para as “ongs” estrangeiras que dizem estar preocupadas com o bem estar do índio? A verdade é que as comunidades indígenas foram reunidas justamente em territórios estrategicamente ricos em minérios, como ouro, nióbio (e terras raras), urânio, estanho, manganês, diamante, alumínio e até mesmo petróleo em abundância e gás natural. E os “gringos” estão ali para ajudar os pobres e inocentes indígenas a administrar suas nações agora independentes do território brasileiro!
O nióbio é parece ser a "bola da vez" para os gringos, o Brasil tem a maior reserva do mundo deste metal que é altamente resistente à corrosão, um elemento supercondutor, que é usado principalmente na produção de ligas de aço super-resistentes, com aplicações na construção civil, indústria mecânica, aeroespacial, naval, automobilística  e nuclear, e que cedemos aos estrangeiros à preço de banana.

Toda a riqueza que os gringos querem nos tomar apenas em Roraima
O tempo está passando e a impressão que dá é que o governo não tem a mínima intenção de explorar nossas riquezas naturais para o nosso próprio benefício, progresso e independência. Mas será que não o faz pela intenção de preservar a cultura indígena  e o meio-ambiente? Preservar, mas na verdade, para quem?!? Para os comunas cubanos, soviéticos e chineses, ou para os imperialistas norte-americanos e ingleses?
Tem representante cristão defendendo a tese de que o índio deve permanecer aculturado e isolado no seu território, o que é contraditório, pois a Palavra diz que devemos levar o Evangelho à todos os perdidos, e evangelizar é socializar, educar, capacitar e consequentemente  integrar o índio à sociedade civilizada cristã para que ele tenha os mesmos benefícios e oportunidades de um cidadão brasileiro comum.
O nosso futuro está nas mãos de Deus, mas temos que fazer nossa parte, temos que ter a iniciativa de lutar pelo que queremos, pelos valores que prezamos, pelo que deixaremos para nossos filhos e netos. Se deixarmos  que as idéias socialistas e comunistas dominarem nossas mentes será o fim para todos nós, podem esperar pelo pior, perderemos a soberania nacional, nossa identidade, seremos invadidos, colonizados e escravizados.

Airton Senna, nos anos de 1980, garoto propaganda do pró-álcool, éramos felizes e não sabíamos

Bautista Vidal e Urbano Ernesto Stumpf (1916-1998) desenvolveram com o apoio do governo o Pró-Álcool e consequentemente o motor a álcool para automóveis a partir 1975, que se manteve com sucesso até 1986, quando das quedas dos barris de petróleo,  até então parecia que tínhamos nos livrado da dependência do petróleo e ainda teríamos autonomia para abastecer o mundo civilizado com uma alternativa limpa de combustível, mas “forças misteriosas”, para não dizer corporativas, fizeram com que a política do pró-álcool fosse desacreditada e desmoralizada com o passar dos anos. Nossa frota de carros à álcool chegou a superar em muito a dos automóveis movidos a gasolina.
Vidal afirmou algo parecido em uma de suas famosas palestras: “a realidade é que hoje eles (os países de 1º mundo) é que precisam e dependem de nós, pois temos toda essa riqueza natural em nosso território dado por Deus e que nos faz soberanos” e “Deus realmente deve ser brasileiro por isso, mas nós temos que fazer nossa parte e defender o que é nosso”. E não esquecendo, o governo deve conceder às Forças Armadas, além da autonomia e dignidade, o que tem de mais moderno em termos de armamento e equipamento tecnológico para monitorar e defender as nossas fronteiras, sejam na terra, céu ou mar. O que falta na realidade, é vergonha na cara de nossos governantes e mais informação, educação e discernimento para nós, eleitores.


Alguns links essenciais para você se aprofundar nas questões citadas dessa postagem:


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Por Eumário J. Teixeira.

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